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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO AO SINTRAF/PT

NOSSO COMPROMISSO NÃO É PARTIDÁRIO, NOSSA CONSTITUIÇÃO PREVÊ A LIVRE EXPRESSÃO DO PENSAMENTO.





Em atenção ao pedido de publicação de Nota de Esclarecimento proposto por V. Sra, referente à postagem publicada no dia 12 de outubro de 2018, não vemos motivo para publicação porque referida postagem não ofendeu a honra dessa instituição, limitando -se a reproduzir, entre aspas, trechos sobre deliberações da mesma, com ampla divulgação na midia.

Justamente pelo fato do pleno exercício da liberdade de expressão e de imprensa, que não admite censura, é que o blog mantém o que foi publicado.

Se V.Sra. achar por bem em cumprir a ameaça de acionar o Poder Judiciário, fique a vontade, pois assim como a liberdade de expressão, é direito fundamental à inafastabilidade da jurisdição, também prevista em nossa Carta Política.

Talvez V.Sra ou a assessoria dessa respeitável instituição tenha feito uma errônea interpretação do texto. É preciso atentar para os conceitos de coesão e coerência para em seguida descobrir o real significado da postagem, que fala de um contexto socio-político, vivenciado por diversos atores numa determinada conjuntura.



Não há ofensas diretas ou indiretas à honra de quaisquer pessoas ou instituições, mas apenas constatações de fatos. Nada que possa ser censurado, posto que tal mister não se admite no atual ordenamento jurídico.

O blog, desde já, agradece sua leitura e acesso ao nosso veículo de comunicação, informando, ainda a liberdade de opinião e informação, respeitado o sigilo da fonte e vedado o anonimato.

‘É preciso nova bibliografia para escolas’, diz assessor de Bolsonaro para a Educação


Aléssio Ribeiro Souto, general e integrante da equipe de campanha de Jair Bolsonaro (PSL)


À frente do grupo que elabora propostas para o Ministério de Educação de um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL), o general Aléssio Ribeiro Souto diz que “é muito forte a ideia” de se fazer ampla revisão dos currículos e das bibliografias usadas nas escolas para evitar que crianças sejam expostas a ideologias e conteúdo impróprio. Ele defende que professores exponham a "verdade" sobre o "regime de 1964", narrando, por exemplo, mortes "dos dois lados". "Existe a verdade, quer se queira ou não. E ela nem sempre tem sido retratada", afirmou o general em entrevista ao Estado.
Ex-chefe do Centro Tecnológico do Exército, Souto foi chamado a coordenar debates de ciência e tecnologia, mas acabou acumulando a área de educação "por afinidade". Contrário à política de cotas, defende a "prevalência do mérito" e diz que, se a ideia for aceita por Bolsonaro, serão estudadas medidas "não traumáticas" para substituir as regras. "Querem atribuir a Bolsonaro condição ditatorial. É chamado até de nazista. É mentira deslavada", disse.
Aléssio Ribeiro Souto
General Alessio Ribeiro Souto, assessor de Bolsonaro para a área da Educação Foto: Dida Sampaio/Estadão
Qual a proposta para o desenho do Ministério da Educação?
Há preferência do grupo por manter educação e ciência e tecnologia separados. Achamos que ambos cabem na nova quantidade de ministérios, que será reduzida, mas não entramos na questão. É preciso valorizar os professores e os cientistas, não importa em qual estrutura organizacional estejam. Preconizamos que esporte e cultura devam estar dentro do Ministério da Educação. Ah, o pessoal da cultura é contra. Mas isso é uma besteira tão grande. O Estado pode ser pequeno. O importante é a funcionalidade e a gestão.
Quais mudanças na área da educação o senhor vê como prioritárias?
Levantamos 14 “ideias básicas” para educação. Elas incluem valorização dos professores, motivação dos alunos, treinamento continuado dos 2,6 milhões professores que aí estão, alteração da formação das licenciaturas, revisão completa dos processos educacionais da base curricular, efetivo emprego dos recursos. Há muito dinheiro indo para o ralo da corrupção e há má gestão pura e simples. Você não pode dobrar o recurso para a educação, mas pode a cada ano aumentar 0,5% a mais do que a média do orçamento e, assim, em dado momento, terá aumento real.
Preveem reorganização na destinação dos recursos?
Em qualquer país razoável, 30% ou 40% dos recursos são destinados ao ensino superior. Este ano, aqui, a matriz deve ter chegado a 70% dos recursos para o ensino superior. Precisamos alterar, mas não se faz facilmente, porque teria de mandar metade das pessoas embora, professores e funcionários. Não é assim que as coisas acontecem, não queremos o regime ditatorial. Na democracia é diferente, tem de ser pactuado, aos poucos. Nossas “14 ideias básicas” darão resultado em médio e longo prazos. Para ter transformação efetiva da sociedade, como ocorreu no Japão e na Finlândia, precisamos de 60 anos. Estamos pensando em medidas para o curtíssimo prazo, como replicar a experiência de escolas públicas de bom desempenho para outras do mesmo Estado. Além disso, tudo que é de médio e longo prazo tem de ser desencadeado agora. Valorizar professor não dá resultado agora, mas tem de começar agora.
Inclui melhorar a remuneração?
A remuneração é quinto ou sexto tópico a se considerar. Pagar muito bem é uma absoluta impossibilidade agora. Antes disso, precisa do discurso de que magistério é importante. Os professores que estão aí precisam começar a acreditar que são importantes, porque hoje ninguém quer ser professor. Discurso, formação, aperfeiçoamento dos que já estão aí, resgate da autoridade do professor. Depois dos pais, tem de ter a ideia de que, em segundo lugar, reverenciamos professores. É absolutamente inaceitável a agressão ao professor. Isso tem de ser reprimido.
Como fazer isso nas escolas públicas?
Dentro dos meios democráticos e legais. Aquele que ameaçar agredir o professor, que dirigiu a palavra mal dita para o professor, tem de haver repressão. Democrática.
Como é repressão democrática?
Tem de ser retirado da sala. E, se agredir, polícia. Vai a polícia, leva as crianças e atua naquele que agrediu fisicamente através do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para os menores. E, para os adultos, polícia pura e simples. Delegacia. Não pode haver dúvida quanto a isso.
Mas há propostas de modificações?
O candidato Jair Bolsonaro é acusado de misógino porque queria a punição de alguém que estuprou a namorada e depois a matou. E a punição desse menor? Na minha visão, o menor bandido deve ser preso. Mas vai colocar na prisão junto dos maiores? Não. No pavilhão dos menores bandidos,  precisa ter tratamento do psicólogo, educador etc. Agora, nesse sentido, o ECA tem de ser mudado. Se ele permite que bandidos sejam protegidos, discordo. Assim que eu vejo.
Isso está na proposta?
Não entramos nesse tipo de detalhamento agora. Estamos levando as ideias básicas que passarão pela equipe de transição e para quem for o ministro.
Como ficará a política de cotas?
Uma das ideias básicas é a prevalência do mérito. O País deve chegar ao momento que não precisará de cotas. A cota é um remendo. Sou de família extremamente modesta, saí de casa aos sete anos de idade. Sou neto de negro e bisneto de índia. Nunca precisei disso, porque o Estado, a sociedade e a Nação me propiciaram educação pública de qualidade.
Cotas então não são necessárias?
Elas estão sendo necessárias para alguns e mal utilizadas por outros para resolver um problema de má gestão governamental. Nossa proposta é a prevalência do mérito. Mas como fazer? Eliminar agora? É preciso equilíbrio. Que tal ensino complementar aos desassistidos?
Quem são os desassistidos?
Pobre branco de olhos azuis não tem direito? Existem no Nordeste e no Rio Grande do Sul. No meu dicionário, não pode ter cor para o ser humano. Que tal se, em vez de cota, propiciarmos ensino adicional, correção dos erros existentes, complementariedade?
O senhor fala em reforço escolar, mas a cota garante o ingresso na universidade.
Quis mencionar minha posição pessoal. Nossa equipe não está tratando especificamente disso.  Se a ideia da prevalência do mérito for acolhida por Bolsonaro, estudaremos soluções não traumáticas (para mudar a política atual). Querem atribuir ao Bolsonaro a condição ditatorial. É chamado até de nazistas. É mentira deslavada.
Como ficariam Prouni e Fies?
Achamos que é preciso continuar o financiamento do estudo. O País nunca vai transformar os pobres em ricos. Não é todo mundo que chegará lá. Mas os mais talentosos entre os pobres precisam ter acesso ao nível superior. O Prouni requer estudo, mas, pelo que li, não vejo razão para pensar em acabar.
Por que é necessário revisar o currículo escolar?
É muito forte a ideia básica de revisão dos processos curriculares, das bibliografias.  Isso precisa ser muito cuidado para não termos absurdos que vimos na TV como livros distribuídos para crianças de sete anos que deixa mães estupefatas. Determinadas coisas são responsabilidade dos pais. A escola tem de tratar do problema, mas não tem de influenciar para uma direção ideológica. E, nesse sentido, estamos colocando uma revisão completa dessas questões curriculares.
Com qual objetivo?
Impedir que tenhamos na escola a orientação de um determinado partido ou corrente ideológica em dado momento. Isso é inaceitável. Foi pregado pelo Bolsonaro que ele vai combater num eventual governo dele a ideologização das escolas, a transmissão das questões relacionadas à sexualidade, à ideologia de gênero, que é um direito inalienável dos pais. Ele transmitiu isso e por isso me convenceu de que eu poderia contribuir para a campanha dele.
E se um pai desejar que o professor ensine criacionismo em vez de a teoria da evolução?
Isso que eu saiba não está errado. Foram questões históricas que ocorreram. Se a pessoa acredita em Deus e tem o seu posicionamento, não cabe à escola querer alterar esse tipo de coisa, que é o que as escolas orientadas ideologicamente querem fazer, mudar a opinião que a criança traz de casa. Cabe citar o criacionismo, o darwinismo, mas não cabe querer tratar que criacionismo não existe.
Mas no currículo escolar não consta o criacionismo. Fala-se da teoria da evolução.
A questão toda é que muito da escola na atualidade está voltada para a orientação ideológica, tenta convencer de aspectos políticos e até religiosos. Houve Darwin? Houve, temos de conhecê-lo. Não é para concordar, tem de saber que existiu.
O senhor já se manifestou a favor de retirar livros que não contassem “a verdade” sobre 1964.
A única coisa que vou falar sobre 64 é que eu só aceito ler e debater aspectos do regime de 64 à luz da liberdade e de praticar a verdade, a coragem e a ética. Fora disso, sequer aceito a ideia de debater.
O senhor entende que os livros de história não refletem a verdade ao tratar 1964 como golpe militar?
Não entro na questão de golpe, porque é algo menor. Há quem diga que o afastamento da Dilma, feito no âmbito do Congresso e do Poder Judiciário, foi golpe. Felizmente, o povo mineiro disse para ela: você não estava falando a verdade. Impediram que ela fosse eleita. A questão da palavra golpe me parece menor. Agora, sonegar para crianças de dez, 12, 16 anos o que ocorreu? Não concordo. Não gostaria de falar mais sobre o assunto.
Mas é preciso esclarecer sua posição.
Não tenho medo de debater com transparência. No período de 1945, cerca de 400 e poucos brasileiros morreram para derrotar o nazismo. Em 1964, houve 450 mortes dentre aqueles que queriam implantar a ditadura do proletariado. Mas houve 117 mortes daqueles que não queriam. Quando você trata dos problemas e das mortes  - e guerra traz mortes - tem de tratar dos dois lados. Existe a verdade, quer se queira ou não. E ela nem sempre tem sido retratada. Com frequência, minhas filhas chegam em casa falando coisas que não posso aceitar. Mas não está no livro de história, está na boca do professor.
Como pretende atacar isso?
Orientar toda a cadeia de gestão, até o professor na sala de aula, que nós buscamos a paz e a harmonia através da democracia e de praticar a verdade. E não usar a mentira e a canalhice. E aí é a mudança que Bolsonaro ofereceu ao povo brasileiro e foi acolhida majoritariamente.

https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,e-preciso-nova-bibliografia-para-escolas-diz-assessor-de-bolsonaro-para-a-educacao,70002547417

DONALD TRUMP DERRUBA TAXA DESEMPREGO PARA 3,7% MENOR TAXA DESDE 1969, ECONOMIA AMERICANA ESTÁ EM PLENO EMPREGO



Parece uma farmácia qualquer da rede CVS, uma das mais populares dos Estados Unidos. As prateleiras estão cheias de produtos para a saúde e remédios, as caixas registradoras são informatizadas e as receitas médicas são classificadas da forma habitual. Mas se o cliente abrir um frasco de comprimidos verificará que, no interior, há balas Skittles em vez de remédios. 

É uma “farmácia de mentira”, lançada pela Goodwill em Baltimore, uma cidade no leste dos Estados Unidos localizada a uma hora de carro de Washington. Essa empresa de recrutamento e formação de populações desfavorecidas criou o estabelecimento para treinar trabalhadores contratados para atuar nas quase 10.000 farmácias que a CVS possui em todo o país. 

“A empresa está crescendo muito e precisa de mais trabalhadores qualificados do que os disponíveis no mercado”, explica Sam Abney, responsável pelo projeto. “Procuramos esses trabalhadores e lhes oferecemos uma entrada no mercado de trabalho, pulando os primeiros degraus e recebendo diretamente o dobro do salário mínimo”, acrescenta.

Histórias como essa se repetem hoje em todo o país. As empresas norte-americanas precisam de trabalhadores em um momento em que a economia apresenta nove anos consecutivos de crescimento. A taxa de desemprego nos EUA caiu para 3,7% em setembro, seu nível mais baixo desde 1969, segundo dados oficiais divulgados na semana passada. 

E muitos analistas preveem que cairá ainda mais nos próximos meses. O país registra 96 meses seguidos de aumento de contratações. Um cenário que, combinado com a inflação baixa, prenuncia “uma época extraordinária”, nas palavras de Jerome H. Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos EUA.

Fonte: The Trust Project




domingo, 14 de outubro de 2018

EM NOVA PESQUISA DIVULGADA PELO TSE JAIR BOLSONARO LIDERA CORRIDA PRESIDENCIAL COM 51% DOS VOTOS, CONFIRA



Em nova pesquisa solicitada pelo BTG Pactual e produzida pelo FSB pesquisa, Jair Bolsonaro lidera corrida presidencial com 51% das intenções de votos. De acordo com o estudo, Bolsonaro possui 51% das intenções de votos contra 35% de Haddad. 5% declararam voto branco/nulo, 6% afirmaram que apoiam “ninguém” e 3% não sabem ou não responderam.

O Instituto FSB Pesquisa entrevistou, por telefone, 2.000 eleitores com idade a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federação (UFs). A margem de erro no total da amostra é de 2pp, com intervalo de confiança de 95%. A amostra é controlada a partir de quotas de: (a) sexo, (b) idade, (c) região e (d) tipo de telefonia (fixa e móvel).

Após a pesquisa, foi aplicado um fator de ponderação para corrigir eventuais distorções em relação ao plano amostral. As entrevistas foram telefônicas, realizadas por entrevistadores por meio de telefones fixos e móveis, nos dias 13 e 14 de outubro de 2018.

Esta pesquisa traz também a intenção de votos válidos dos candidatos à Presidência. Os votos válidos são calculados com base na soma de intenção de votos recebidas por todos os candidatos juntos, descontando-se os percentuais de “Branco”, “Nulo”, “Ninguém/Nenhum”, “Não Sabe” e “Não Respondeu”.

Essa pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral(TSE) com o número BR-07950/2018. Como mostra os números, Jair Bolsonaro se consolida na liderança e confirma aquilo que os críticos já vem debatendo em programas de TV, Rádios e Jornais, "como se comportará o mandato do futuro Presidente Jair Bolsonaro". Os programas de TV's já discutem no cotidiano as projeções de um futuro governo de direita no Brasil.




Link do registro no TSE

http://www.tse.jus.br/eleicoes/pesquisa-eleitorais/consulta-as-pesquisas-registradas

GUILHERME BOULOS INCITA O MTST A INVADIR A CASA DE BOLSONARO EM UMA MANIFESTAÇÃO DA ESQUERDA, VEJA


Pegou mal para a esquerda uma manifestação do ativista Guilherme Boulos, ex-candidato à presidência da república pelo PSOL. Na quarta-feira, 10 de outubro, em um ato para o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), Guilherme Boulos fez um discurso contra Jair Bolsonaro, do PSL.
No ato, o representante da esquerda incitou a invasão da casa de Bolsonaro, apesar de pregar um discurso de “paz e amor”. As imagens repercutiram nas redes sociais apenas nesse domingo, 14 de outubro. Bolsonaro rebateu Boulos durante uma transmissão ao vivo no Facebook e falou em direito de se defender da possível invasão à sua casa.
Boulos lembrou as invasões que o MTST faz frequentemente. Falando para uma multidão da esquerda, o representante do PSOL chamou a casa de Bolsonaro de improdutiva. Na sequência, ele foi bastante claro e iniciou um grito contra o candidato do PSL ao mais alto posto do país na política. “Bolsonaro, presta atenção, a sua casa vai virar ocupação”, gritava Boulos em cima de uma espécie de trio elétrico.
Após a má repercussão das imagens, Boulos garante que não é violento  e que “quem viu o vídeo e junta lé com cré percebe que foi uma ironia”. Ele foi atacado, mais tarde, por militantes de Bolsonaro, que fizeram questão de compartilhar as imagens, que repercutiram em todo o país.
Fonte: Agora na Mídia
Link do vídeo.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

ÚLTIMO ESTUDO DE STEPHEN HAWKING MOSTRA QUE BURACOS NEGROS GRAVAM INFORMAÇÕES


Até poucos dias antes de morrer, Stephen Hawking trabalhou na resolução de um dos maiores problemas da física. Agora estão sendo publicados os resultados dessas investigações, que são o último estudo assinado pelo célebre cientista britânico.

O trabalho centra-se no chamado paradoxo da informação. Em 1974, Hawking defendeu ideia de que qualquer objeto que cair em um buraco negro desaparece para sempre e nada da informação que possa haver em seus átomos sobrevive. Nos últimos anos, Hawking percebeu que estava equivocado.

O problema da informação perdida poderia ter solução. Ao lado de Andrew Strominger, da Universidade de Harvard, e de seus colegas da Universidade de Cambridge Sasha Haco e Malcolm Perry, Hawking começou a trabalhar em uma solução em 2015. “Trabalhamos durante18 meses nesse estudo. 

Ele não podia mais escrever, mas nos oferecia sua intuição, nós fazíamos os números, os líamos para ele e ele nos guiava”, explica Haco, que começou a trabalhar com Hawking há três anos. O estudo defende que no horizonte de eventos, o ponto para além do qual não há possibilidade de escapar da atração da gravidade do buraco negro, existem partículas que funcionam como um gravador e retêm informações sobre os objetos que são engolidos por esses corpos.

“As leis da mecânica quântica determinam que a informação nunca pode desaparecer. Se você queima um livro, embora o texto desapareça, usando as leis da mecânica quântica você poderia recompô-lo a partir das cinzas”, explica Haco. Este estudo é o terceiro de uma série em que a equipe tentou “encontrar um ponto fraco na teoria da perda de informação”. 

Neste terceiro estudo “explicamos como se podem recuperar informações sobre a entropia de um buraco negro, que é uma medida da informação nele contida, algo como a quantidade de bits que compõem um computador ou, neste caso, um buraco negro”, explica Haco.

teoria da relatividade de Einstein previu a existência de buracos negros e assume que podemos conhecer apenas três coisas deles: sua massa, sua carga e seu sentido de rotação. A teoria de Hawking e seus colegas é que essas partículas nas proximidades do horizonte de eventos armazenam outras informações, ou seja, existem mais coisas que sobrevivem a um buraco negro. 

Essa informação ficaria armazenada em certas partículas. “Nós as chamamos de partículas macias, ou dizemos que os buracos negros têm cabelo macio [soft hair, em Inglês]”, comenta Strominger, referindo-se à citação de John Wheeler, que disse que “os buracos negros não têm cabelo”, o que significa que só as três características previstas pela relatividade podem ser medidas e o resto das informações simplesmente desaparece. Em inglês, soft significa leve e também macio.

“Em um dos dois estudos anteriores postulamos que as partículas que retêm informação são fótons [uma partícula que não tem massa] e neste último exploramos que sejam grávitons [uma partícula teórica responsável por produzir gravidade no mundo quântico das partículas elementares]”, diz Strominger. 

“Por enquanto, não sabemos se isso realmente acontece, mas fornecemos importantes provas teóricas de que isso pode acontecer. Esse problema está relacionado com outro muito maior, pois resolvê-lo permitiria unir a gravidade, a mecânica quântica e a termodinâmica, a unificação da física moderna. Se você não resolver esse problema, as leis da física são inconsistentes, é como se tivéssemos um enorme buraco negro no nosso conhecimento do universo”, enfatiza.

Detectar grávitons e outras partículas suaves em buracos negros é muito difícil para os instrumentos existentes, observa o físico norte-americano, mas há outras experiências em andamento que poderiam detectá-las se passarem pelas proximidades da Terra, como, por exemplo, o interferômetro de laser LIGO, nos EUA.

Strominger e Haco lembram que Hawking continuou envolvido no trabalho até a semana anterior à sua morte, em março deste ano. “Ele estava convencido de que já tínhamos todas as peças do quebra-cabeça e que poderíamos resolver o problema. Eu sou mais cauteloso, acho que conseguiremos dentro de uma década e ainda vamos publicar mais estudos sobre este assunto, embora este seja o último a ter a assinatura de Stephen”, conclui Strominger.

Fonte: The Trust Project

USAIN BOLT É TITULAR PELA PRIMEIRA VEZ E MARCA DOIS GOLS


Usain Bolt tem um recado para os que pensaram que sua imersão no futebol se tratava de brincadeira ou, quem sabe, apenas uma jogada de marketing: vocês estavam errados. Na manhã desta sexta-feira, o jamaicano tricampeão olímpico foi titular pela primeira vez em um jogo amistoso do Central Coast Mariners, da Austrália, e anotou dois gols na vitória por 4 a 0. Muito além da velocidade que lhe rendeu a alcunha de homem mais rápido do mundo, ele mostrou oportunismo e uma canhota calibrada de dar inveja a muito atacante por aí.

Durante a semana, o técnico Mike Mulvey avisou que era grande a possibilidade de Bolt ser titular. O ex-velocista vem treinando na equipe australiana há aproximadamente dois meses e fez sua estreia como jogador profissional em um amistoso no dia 31 de agosto, entrando no segundo tempo. Além disso, jogou outros 45 minutos em um jogo-treino, este de portões fechados. Vem trabalhando, trabalhando e trabalhando...

Nesta sexta, o grandalhão de 1,95m de altura destacava-se entre os titulares no amistoso contra o Macarthur South West United. Ainda um pouco desengonçado, mas com a velocidade que lhe é peculiar e, sobretudo, muita vontade. Jogou no ataque: ora um legítimo centroavante, ora caindo mais pela esquerda.

Quase marcou ainda no primeiro tempo, completando de cabeça o cruzamento que saiu da esquerda. A bola tirou tinta da trave. O time de Bolt vencia por 2 a 0 até o intervalo, mas as centenas de pessoas que foram ao estádio numa ação beneficente - a renda será convertida para uma instituição de pesquisa sobre o Mal de Parkinson - queriam mesmo era testemunhar um gol do jamaicano. E ele saiu no segundo tempo.

Aos 10 minutos, Usain Bolt foi lançado no ataque, correu para chegar na frente do marcador, colocou o corpo na frente e bateu firme de canhota, a bola morrendo no cantinho do goleiro. Para provar que o Raio cai, sim, duas vezes no mesmo lugar - com o perdão do trocadilho -, ele fez o segundo logo em seguida aproveitando a bobeira da defesa adversária e tocando para o gol vazio.



Ainda não se sabe se Usain Bolt será um jogador profissional, uma vez que o acordo em vigor prevê sua participação apenas na pré-temporada do Central Coast Mariners, sem contrato ou algo do tipo. Vive, portanto, um genuíno período de testes - o próprio técnico da equipe disse que quer dar tempo a ele, mas que em janeiro poderá ter uma ideia concreta do que poderá ser feito.


Confira o link dos gols.

https://www.youtube.com/watch?v=L8jZjDL1LOI


Fonte: Globo Esporte




NOTA DE ESCLARECIMENTO AO SINTRAF/PT

NOSSO COMPROMISSO NÃO É PARTIDÁRIO, NOSSA CONSTITUIÇÃO PREVÊ A LIVRE EXPRESSÃO DO PENSAMENTO. Em atenção ao pedido de publicação d...