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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

UM DOS MAIS IMPORTANTES JORNAIS DE NEGÓCIOS DO MUNDO "THE WALL STREET" REVERENCIA A VITÓRIA DE JAIR BOLSONARO


A eleição presidencial de domingo no Brasil opôs Jair Bolsonaro, um ex-capitão do Exército que passou 27 anos no Congresso do Brasil, contra Fernando Haddad, ex-prefeito de uma prefeitura da cidade de São Paulo. Na noite de domingo, com 97% dos votos, o Sr. Bolsonaro estava batendo com facilidade no Sr. Haddad, de 55,4% para 44,6%.
Muito foi feito durante a campanha da história de comentários grosseiros de Bolsonaro sobre mulheres e minorias e sobre sua promessa de usar um punho de ferro para combater o crime em bairros pobres.
Ele foi rotulado de racista, misógino, homofóbico, fascista, defensor da tortura e aspirante a ditador. Seus oponentes se reuniram nas ruas para denunciá-lo e escreveram diatribes ofensivos contra ele na imprensa. A mídia internacional orgulhosamente "progressista" entrou na briga, declarando-o uma ameaça ao meio ambiente e à democracia.
Deveria ter sido suficiente para afundar a candidatura de Bolsonaro. No entanto, ele prevaleceu, e não é difícil entender por quê: os brasileiros estão no meio de um despertar nacional em que o socialismo - a alternativa a uma presidência de Bolsonaro - foi levado a julgamento. A retumbante vitória do candidato a governador liberal-clássico de Novo Partido, Romeu Zema, no grande estado de Minas Gerais, confirma essa teoria.
Haddad era o candidato do Partido dos Trabalhadores populista populista de esquerda, conhecido como PT. Ele também foi o sucessor escolhido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso por uma sentença de suborno, mas continua sendo popular entre seus partidários. Contra o pequeno Partido Social Liberal de Bolsonaro, Haddad deveria ter vencido a partida.
Como o Sr. Bolsonaro triunfou vale a pena ser examinado porque sugere que algo mudou nesta eleição. Pode sempre mudar de volta, e provavelmente será. Mas, por enquanto, o ímpeto está do lado da reforma, e os formuladores de políticas têm uma oportunidade única de promover a liberdade e a prosperidade na maior economia da América do Sul.
Bolsonaro é um conservador social, mas o voto dos “valores tradicionais” por si só não poderia ter impulsionado sua candidatura. A ganância e arrogância do PT e o fracasso palpável de sua ideologia de esquerda enviaram o eleitorado de forma mais ampla para os braços do rival de Haddad.
Em 2002, quando parecia que Lula, um colega de Fidel Castro, ganharia as eleições, os mercados estavam assustados por causa de seus valores socialistas. Mas ele pisou suavemente durante seus primeiros anos no cargo e persuadiu o mundo a pensar que havia inventado um novo tipo de grande governo enquanto ele e seu partido abusavam de seu poder. Em agosto de 2016, sua vice-presidente e sucessora, Dilma Rousseff, foi impeachment 20 meses em seu segundo mandato presidencial. Naquela época, a economia estava destruída, as contas fiscais estavam desordenadas e o banco central estava imprimindo dinheiro.
O vice-presidente da Sra. Rousseff, Michel Temer, do partido Movimento Democrático, está terminando seu mandato. A inflação caiu e uma recessão de quase três anos acabou. Mas as profundas feridas econômicas não foram curadas. A recuperação foi anêmica.
A corrupção do PT enfureceu o eleitorado. A investigação federal apelidada de Operação Car Wash revelou uma elite política e empresarial insensível que se uniu para enriquecer a si mesma e ao partido e transmitiu a lei ao público. Os canalhas da PT também usaram o banco nacional de desenvolvimento e a gigante do petróleo estatal, a Petrobras , para subsidiar as ditaduras militares em Cuba e na Venezuela. Lula é, afinal, um dos fundadores do Foro de São Paulo, onde os socialistas latino-americanos se reuniram pela primeira vez em 1990 para lamentar a queda do Muro de Berlim.
O PT não se responsabilizou pela crise econômica ou pediu desculpas pelo enxerto. Lula não demonstrou nenhum remorso, o que acrescenta insulto à miséria econômica. Havia a sensação de que, se o PT voltasse ao poder, ele retomaria de onde parou.
Isso explica muito o fenômeno de Bolsonaro. Ele não é PT e não foi manchado pela Operação Lava Jato. Os brasileiros o acham refrescante, com verrugas e tudo mais.
Eles precisarão manter seu otimismo sob controle. Sua agenda “dura no crime” parece boa. Mas ele estará lutando contra sindicatos transnacionais ricos que ganham muito dinheiro com o comércio de cocaína. Poderia ficar desagradável; os resultados não serão fáceis. Instituições serão testadas.
No Congresso, ele votou contra a privatização e a reforma previdenciária, e alguns de seus críticos à direita temem que ele ainda se agarre ao nacionalismo econômico prevalente entre os militares latino-americanos. Seu principal assessor econômico é um economista formado na Universidade de Chicago, mas o candidato disse que partes “estratégicas” de empresas estatais como a Petrobras não deveriam ser vendidas.
Ainda assim, Bolsonaro oferece muito do que aqueles que querem modernizar o Brasil só poderiam sonhar durante o reinado do PT. Ele apoia um banco central independente, alguma privatização e desregulamentação, uma reconciliação das contas fiscais, direitos de propriedade, abertura da economia e um afastamento da política industrial. Se ele conseguir metade disso, os brasileiros serão vencedores.
Fonte: The Wall Street 
Por Mary Anastasia O'Grady

Link da matéria

https://www.wsj.com/articles/bolsonaro-takes-brazil-1540768718

terça-feira, 30 de outubro de 2018

A SUPER-ROUPA QUE AUMENTA A MOBILIDADE E AJUDA OS IDOSOS A SE LOCOMOVER



Seja para atingir a meta de dar 10 mil passos diários ou checar a conta bancária por meio de relógios inteligentes, muitos de nós já tiramos vantagens da tecnologia vestível.

Mas essa nova gama de produtos traz mais do que conveniência: pode contribuir para a resolução de amplos problemas sociais - e os desafios do envelhecimento populacional estão entre eles.
Essa mudança demográfica poderá ser a principal transformação do século 21, diz a Organização das Nações Unidas (ONU), que espera que a população com 60 anos ou mais dobre até 2050.
Uma das potenciais dificuldades desse grupo é justamente a redução da mobilidade, o que pode piorar a qualidade de vida e impor desafios à disposição do mobiliário de escritórios, espaços públicos e residências.
Um tipo de tecnologia vestível pode ser uma solução. Desenvolvida pela Seismic (empresa ligada ao centro de pesquisa SRI International, nos Estados Unidos), uma roupa leve e confortável é capaz de estimular a força muscular do usuário.


Os "músculos elétricos" da roupa, estimulados por pequenos motores, fazem contrações que simulam o funcionamento do corpo humano. Esses músculos elétricos são integrados à roupa na altura das articulações e funcionam como tendões no corpo humano.
Um computador e sensores integrados ao traje rastreiam o movimento do corpo. Um software informa quando ativar os "músculos" da vestimenta. Componentes como motores, bateria e um painel de controle são incorporados em pequenos hexágonos na parte inferior da roupa, projetados assim para oferecer conforto ao usuário.

Liberdade para se locomover


"Hoje, os únicos produtos que auxiliam as pessoas a caminhar são andadores e bengalas", diz Rich Mahoney, fundador e CEO do Seismic.
"Outra opção é ficar em casa ou limitar sua atividade. E a maioria das pessoas escolhe isso, porque não quer ser associado a esses produtos".
Cadeiras de roda são outra forma de auxílio, mas a roupa da empresa é voltada para pessoas com mobilidade apenas levemente reduzida.
Para que a roupa pareça elegante e seu funcionamento seja discreto, a Seismic trabalhou com o designer Yves Béhar. "O objetivo é desenvolver um produto que você realmente queira vestir e não que você precise vesti-lo", diz Béhar.
"O conforto é tão importante quanto a estética".


O objetivo da Seismic é lançar o traje - o primeiro item no setor chamado de "roupas energizadas" - no final do ano nos Estados Unidos, Japão e Reino Unido. A super-roupa aparece ao lado de mais de cem outros produtos na The Future Starts Here, uma exposição realizada no Museu Victoria & Albert, em Londres.

Um problema que afeta a todos


A redução da força muscular relacionada ao envelhecimento é uma condição que afeta a todos. Essa perda muscular é acelerada a partir dos 60 anos, em 0,5% ao ano; aos 70, de 2% ao ano; e aos 80, de 4%.
O potencial desse tipo de tecnologia vestível ultrapassa, no entanto, o "mercado do envelhecimento".
Pesquisas vêm sendo conduzidas para desenvolver produtos que auxiliem pessoas que sofreram derrames e crianças com distrofia muscular. Há ainda aplicações de segurança ocupacional e industrial - por exemplo, para profissionais de galpões ou obras.
"Como designer, meu foco é garantir que essa tecnologia seja usada de uma forma que faça sentido para nós, seres humanos - que melhore nossas rotinas", diz Béhar.
Ele acredita que a tecnologia vestível está em sua infância. Afinal, há uma década, por exemplo, um acessório do tamanho da unha do polegar usado para detectar a exposição aos raios UV parecia impossível. "Daqui a dez anos, a tecnologia será ainda mais invisível", diz ele.


É difícil prever a direção da tecnologia vestível nas próximas décadas. Mas, como tais avanços são aplicados a uma gama cada vez maior de usos e indústrias - e para ajudar a resolver problemas globais -, certamente o relacionamento simbiótico entre a tecnologia e os humanos pode beneficiar a todos.

QUEM FOI WINSTON CHURCHILL, CUJO LIVRO FOI MOSTRADO POR BOLSONARO EM DISCURSO



Em um discurso nas redes sociais, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL)surpreendeu ao mostrar um livro de um dos mais conhecidos políticos da história, o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill.

Ao mostrar o livro Memórias da Segunda Guerra (Ed. Nova Fronteira), Bolsonaro falou: "O que eu mais quero é seguir ensinamentos de Deus ao lado da Constituição brasileira, inspirando-me em grandes líderes, com boa assessoria, técnica e profissional ao seu lado, isenta de indicações políticas de praxe."

Segundo a editora Nova Fronteira, o livro mostrado por Bolsonaro foi escrito em 1948. Nele, "Churchill mostra como a Segunda Guerra poderia ter sido evitada, não poupando de críticas severas seu país nem seu próprio Partido Conservador, no poder quando Hitler botava os coturnos de fora."

Mas por que Churchill é tão importante e tão lembrado por representantes de todos os espectros políticos? Ciro Gomes (PDT), por exemplo, também citou o ex-primeiro ministro britânico durante o primeiro turno.

Churchill foi primeiro ministro do Reino Unido entre 1940 e 1945, período mais severo da Segunda Guerra Mundial. Ele retornou ao cargo em 1951, permanecendo até 1955.

Ele ficou notadamente famoso por ter liderado com sucesso a resistência britânica durante o conflito. Sua fama também vem de discursos inspiradores e de sua recusa em ceder aos inimigos.

Muitos o consideram como o maior britânico de todos os tempos e, certamente, o primeiro-ministro mais famoso.


Prisioneiro na África

Churchill nasceu em 1874. Ele foi eleito para o Parlamento em 1900. Antes disso, ele havia atuado no Exército e também como correspondente de guerra.

Em 1889, ele viajou à África do Sul para trabalhar como repórter no conflito conhecido como Guerra dos Bôeres. Ele foi capturado e feito prisioneiro de guerra, mas conseguiu fugir – o episódio ficou famoso no Reino Unido.

Lutando contra os nazistas
Antes do início da Segunda Guerra, em 1939, Churchill havia avisado o país sobre o perigo da ascensão nazista de Adolf Hitler.

Ele se tornou primeiro-ministro em 1940 depois da renúncia do então líder do governo Neville Chamberlain.

A recusa de Churchill em se render à Alemanha nazista inspirou o Reino Unido. Um dos episódios mais marcantes ocorreu em Dunquerque, em junho de 1940. Na batalha, mais de 300 mil soldados britânicos e franceses, então encurralados pelos alemães, conseguiram deixar o local pelo mar.

Churchill perdeu o poder em 1945, depois do final da guerra. Ele voltou ao cargo seis anos depois – renunciou em 1955.

O líder britânico morreu em 24 de janeiro de 1965. Recebeu um funeral de chefe de Estado, com honrarias que apenas reis e rainhas recebem no Reino Unido.


Fonte: BBC News 

sábado, 27 de outubro de 2018

SÃO PAULO DO POTENGI ENCERRA CAMPANHA PRÓ BOLSONARO E CARLOS EDUARDO COM CARREATA NA RETA FINAL



Prestigiamos na noite de ontem (26) na cidade de São Paulo do Potengi um encontro de apoiadores do candidato Jair Messias Bolsonaro para Presidente da República e Carlos Eduardo Governador organizado pelos grupos "Direta do Potengi", "Bolsonaro SPP" e "Bolsonaro - Região Potengi". O evento contou com a participação espontânea da população que veio a cada dia aderindo à candidatura do Jair Bolsonaro.

O apoio à candidatura do Jair Bolsonaro em São Paulo do Potengi e região deu inicio ainda em  2014/2015 quando pessoas de forma espontânea começaram a divulgar seu nome nas redes sociais. De quebra estes foram chamados de loucos, doidos e diversos adjetivos pejorativos contra os próprios. Logo no inicio os opositores falavam que Jair Bolsonaro não iria deslanchar os adversários na campanha.

Enquanto alguns diziam que Bolsonaro não teria 100 votos na cidades, vimos que no primeiro turno o candidato obteve mais de 3.300 votos na cidade, ficando atrás apenas do Fernando Haddad. São Paulo do Potengi fez dois eventos em prol do Bolsonaro e os dois foram um sucesso. Sem verba pública e apenas com simpatização do povo pelo candidato, nós que compomos o Blog Leitura Potiguar queremos parabenizar todos os Potengienses e os Bolsonarianos das cidades vizinhas que ontem fizeram uma festa maravilhosa.

Já o candidato ao governo do Estado Carlos Eduardo teve seu nome impulsionado neste segundo turno pela adesão dos eleitores de Jair Bolsonaro a sua candidatura e contra a candidata do PT Fátima Bezerra. No primeiro turno Carlos Eduardo surpreendeu na cidade vencendo a candidata do PT e o candidato do prefeito Naldinho, o atual governador Robinson Faria.

Como Robinson não conseguiu ir para o segundo turno, o prefeito decidiu que iria apoiar a candidata do PT Fátima Bezerra. Surpreendido no primeiro turno com a vitória do candidato do PDT, sabendo que o candidato é apoiado pelo seu principal adversário Pacelli Souto, candidato a prefeito em 2020, o prefeito então decidiu apoiar a candidata do PT. Com isso, os votos para presidente será dividido entre os eleitores do atual prefeito, visto que alguns votam em Bolsonaro e Fátima.

Uma festa bonita, organizada, democrática e espontânea. Obrigado a blogueira Adriana Nascimento do Blog Riachuelo em Ação pela parceira.
































quarta-feira, 24 de outubro de 2018

ESTUDANTES DE SÃO MIGUEL SOFREM COM A FALTA DE TRANSPORTE ESCOLAR APÓS O PRIMEIRO TURNO DAS ELEIÇÕES



Triste é o país, nosso Brasil, onde estudantes têm que implorar por transportes para o exercício de um direito fundamental, previsto na Constituição Federal, que é a EDUCAÇÃO.
Educação é direito de todos e dever do Estado, diz a nossa Lei Maior, a Constituição de 1988. Esse direito inclui não só a escola, mas também toda logística em volta dos ambientes escolares, como o transporte, que deve ser público e de qualidade.




Em algumas cidades do RN, porém, o elementar direito ao transporte público e seguro virou uma vergonhosa questão política. É o que está ocorrendo em São Miguel, de onde o blog recebeu denúncias de estudantes aflitos e desesperados, temerosos de que não possam concluir o ano letivo.


Desde o fim da gestão do ex prefeito Dario Vieira os universitários que se deslocam da cidade de São Miguel-RN, na divisa com o Ceará para Pau dos Ferros (cidade polo da região), vem sofrendo problemas com a falta de transportes em determinadas épocas pós campanhas políticas no município.  



Não foi diferente no início da administração de Gaudêncio Torquato (irmão do deputado estadual Galeno Torquato). Em vídeo o deputado afirmou, no início de 2017, que o problema com o transporte iria ser resolvido. Ao longo de um ano e meio, o mesmo problema volta surgir e, adivinha, logo após as eleições estaduais.

Abaixo segue a fala de 2017 do atual deputado estadual, Galeno Torquato, que  firmou o compromisso com os estudantes de solucionar o problema e agora volta a ser um pesadelo nas famílias Micaelenses. "Vai um ônibus pela manhã com capacidade para 60 lugares para as faculdades de Pau dos ferros UFERSA, UERN, IFRN e o micro ônibus à tarde para as mesmas instituições.



"À noite vai 3 ônibus, um para a FACEP, um para a UFERSA e Cursos profissionalizantes,  e um para a UNP/ANHAGUERA/UERN/IFRN. São em um total de pouco mais de 300 alunos ao todo dividido nos 3 turnos."

O problema no corte dos ônibus dizem ser a falta de pagamento nos postos de gasolina, daí a dívida está muito alta e não tem como os postos liberarem o combustível.
Os deputados citados foram reeleitos deputados e não estão nem um pouco preocupados com a situação, segundo os estudantes que entraram em contato com o blog. 


Galeno Torquato, do PSD, é braço direito de Robinson Faria e Raimundo Fernandes (PSDB) fingia ser oposição mais no primeiro turno estavam os dois juntos, na mesma coligação, só que em partidos diferentes,  Galeno Torquato apoiou Robinson Faria e Raimundo, por causa da treta com Galeno, preferiu ir apoiar Carlos Eduardo, mais agora no segundo turno estão os dois do mesmo lado apoiando o PT!



E os Micaelenses estão completamente sem assistência em transporte público para o exercício do direito à Educação. Instada a se manifestar sobre o problema, a prefeitura emitiu uma nota informando que não pode arcar com despesas de transporte interestadual.
O fato é que centenas de alunos continuam prejudicados. Parece que o grito de um determinado poeta, já falecido, continua a ecoar: "BRASIL, MOSTRA A TUA CARA!"



Fontes: 

Blog Riachuelo em Ação

http://wwwriachueloemacao.blogspot.com/2018/10/estudantes-de-sao-miguel-sofrem-com.html?m=1

Mossoró Hoje

http://mossorohoje.com.br/noticias/15145/universitarios-sofrem-com-falta-de-transporte-em-sao-miguel

Mossoró Hoje

http://mossorohoje.com.br/noticias/12462/8203prefeito-de-sao-miguel-suspende-onibus-universitarios-um-dia-apos-perder-eleicao




sábado, 20 de outubro de 2018

URGENTE: INQUÉRITO INDICA PARTICIPAÇÃO DO PCC NO ATENTADO A BOLSONARO


O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse nesta sexta-feira que teve acesso ao relatório sobre o atentado ao presidenciável do partido, Jair Bolsonaro, e que ele mostra ligação do crime com a facção criminosa PCC.
“No primeiro inquérito, a PF diz que ele (Adélio Bispo de Oliveira) cometeu o crime sozinho, mas o que ela quis dizer foi que a facada foi dada sozinho“, afirmou Bebiano em entrevista coletiva. "No segundo inquérito tem fortes indícios de participação do PCC, e curiosamente um homem foi morto na pensão onde morava o Adélio.”
Bebianno disse que, assim como teve acesso ao inquérito, a imprensa também deveria ter.
"Tive acesso e logo logo isso virá à tona, mas é muito grave o que está acontecendo e há também fortes indícios de lavagem de dinheiro em torno do Adélio”, ressaltou.
Ao ser questionado qual seria o interesse do PCC no ataque a Bolsonaro, Bebianno disse que o interesse “é que o Brasil não se organize, que a polícia não se fortifique e que o Brasil continue com políticas frouxas de segurança publica“.
Bolsonaro foi esfaqueado no dia 6 de setembro durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG) e passou por duas cirurgias.
O presidente do PSL acredita que há riscos de Bolsonaro sofrer novos atentados, por isso a decisão de não permitir que o candidato participe de eventos de campanha.
ACUSAÇÃO FRÁGIL
O presidente do PSL disse ainda que a acusação contra Bolsonaro sobre "fake news" é frágil e espera que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seja rápido em esclarecer o assunto.
“Todo processo judicial merece celeridade e nós acreditamos que esse processo especificamente terá celeridade porque não tem fundamento algum”, disse Bebianno a jornalistas. “Foi feita uma petição vazia baseada numa matéria de jornal igualmente vazia."
O PT entrou na quinta-feira no TSE com pedido de investigação judicial contra a candidatura de Bolsonaro por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação social, com base na suspeita de que a campanha esteja sendo beneficiada pelo disparo em massa de mensagens contra o PT, pagas por empresários simpatizantes do candidato.
Nesta sexta-feira, o WhatsApp informou que está "tomando medida legal imediata" contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.
Pouco depois da coletiva de Bebianno, o TSE informou que autorizou a abertura da investigação requerida pela chapa de Fernando Haddad (PT).
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

EM NOVA PESQUISA DIVULGA PARA GOVERNO DO RN MOSTRA EMPATE TÉCNICO ENTRE CANDIDATOS, COM UM CRESCIMENTO EXPRESSIVO DO SEGUNDO COLOCADO



Extra: Pesquisa Record/Real Big Data: Empate
técnico entre Fátima e Carlos Eduardo: 47x45

Pesquisa encomendada pela Rede Record de Televisão e realizada esta semana(17 e 18/10) aponta empate técnico na eleição para o Governo do Rio Grande do Norte. A senadora Fátima Bezerra(PT) tem 47% na consulta estimulada e o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo(PDT) chegou a 45%. Indecisos somam 3 %  e nenhum  5 %.

Nos votos válidos, Fátima ficou com  51% e Carlos Eduardo atingiu 49%. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral(TRE) sob número Número de Registro: RN-00854/2018 / BR-07462/2018.

O Instituto Real Big Data, contratado pela Record e que faz pesquisas nacionalmente( deu 60x40 para Jair Bolsonaro na pesquisa presidencial contra Fernando Haddad), também mediu a rejeição no Rio Grande do Norte e divulgou: 34% dos entrevistados disseram jamais votar em Fátima contra 25% de Carlos Eduardo. O instituto também constatou 74% de desaprovação ao Governo Robinson Faria. Para Presidente, no Rio Grande do Norte, Haddad vence por 51 a 42 pontos percentuais.





Fonte: Blog Riachuelo em Ação

MAIAS, ALVES, FARIA, ROSADO E BEZERRA, SÓ AGORA QUE A CANDIDATA FÁTIMA ESTÁ CONTRA AS OLIGARQUIAS?




Fátima Bezerra passou a vida toda ao lado das oligarquias, conseguiu fazer seu pé de meia para a câmara federal e logo depois para o senado. Criou o "fetiche" que tinha trazido os IF's para o RN, descobrimos que na verdade que era apenas uma ilusão de ótica criada por sua mente. Rosalba recentemente desmentiu a mesma em um jornal aqui do estado dizendo que "era autora dos 11 projetos que trouxeram os IFRN's para o Rio Grande do norte.




Enquanto esteve ao lados das oligarquias conseguiu visibilidade para conseguir seus objetivos pessoais. Afastou-se um pouco e começou seu dilema junto do ex-presidente "preso", Lula da Silva com um discurso falacioso de gópi, que o MDB junto com PSDB e outros partidos deram um gópi na ex-presidente Dilma, porém hoje vemos que PT, MDB, PSDB e os outros andam de mãos dadas em um acordão visando apenas a perpetuação no poder.

Agora a senadora surge com discurso demagogo dizendo ser contra as oligarquias que só atrasaram o RN. A quem espera enganar com esse discurso senadora? Até 2015/2016 a senadora apoiava o ex-prefeito de Natal na disputa. Hoje como adversário político a senadora adota um discurso comum entre os políticos de carreira que visam buscar ganhar seus objetivos, todo mundo sabe disso, fala que está contra as oligarquias e a favor do povo?

Os interesses são pessoais, se o povo não se atentar, irão simplesmente atolar o RN ainda mais numa crise sem precedentes. A candidata já demonstrou nos debates anteriores e no atual, ocorrido ontem (18) na Band TV Natal uma insegurança na formulação das perguntas e respostas, onde todo tempo buscou desqualificar o candidato adversário como fez no primeiro turno.

Eleita como uma das "piores parlamentares" do país, Fátima Bezerra tenta se sobressair contra os adversários da maneira que aprender na vida toda, atacando e desqualificando adversários. Quem assiste aos debates e acompanha sua atuação no senado federal consegue perceber que a candidata ao governo do Rio Grande do Norte tem grandes dificuldades, dentre elas a de comunicação.

Próximo dia 28 o Brasil vai às urnas para decidir a campanha de presidente e governadores de alguns estado. O Rio Grande do Norte à disputa pela vaga está entre Carlos Eduardo do PDT/RN e Fátima Bezerra do PT/RN. Boa sorte caro ELEITOR.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

O ELEITOR NORTE-RIOGRANDENSE VIVE UM DILEMA, SERÁ QUE IRÃO ESCOLHER MAIS UM GOVERNO DESASTROSO PARA O RN?



O Rio Grande do Norte vem de uma administração desastrosa com Robinson Faria na cadeira de governador do Estado. Todos nós sabemos o quanto o nosso estado regrediu nesses últimos quatros, de fato, não podemos culpa-lo de tudo, porém não podemos isenta-lo também. Houve uma série de erros cometidos pelo governador que nos deixou em estado de calamidade.

Convenhamos que os atrasos também se deu devido a péssima condição que o país se encontra, o Brasil passa por um dos momentos mais críticos de sua história onde a corrupção se escancarou e as repartições públicas perderam o controle, a administração em todas as esferas perderam o rumo e o país caiu no caos em que sua recuperação será árdua. 

Bem, o Rio Grande do Norte foi um dos estados mais afetados do país, o nossos índices de violências subiram de forma assustadora e conseguimos o "êxito" de termos uma das capitais mais violentas do país, a 4ª cidade mais violenta do mundo. Tivemos o fechamento de diversos hospitais regionais no estado afetando todo o atendimento da rede de saúde pública, nossa saúde foi precarizada e hoje colhemos todos os insumos ruins que deveriam ser evitado com medidas de prevenção básica.

Com todos os acontecimentos ocorridos no país nos anos que se antecederam a eleição de 2014, o mercado já dava sinais de que uma crise política, ética e moral viria afetar nossa economia, o que de fato aconteceu. Pessoas previam que isso iria ocorrer, mas o governo anterior não tomou medidas de precaução para evitar esse colapso no poder público, ao invés de frear os gastos, fizeram ao contrário, com isso, quando os governos assumiram suas gestões em 2015, pegaram um estado já comprometido.

Aqui não foi diferente, ao assumir Robinson Faria fez 36 promessas de campanha, dessas ele conseguiu cumprir verdadeiramente 7, 11 cumpriu em partes e 20 ele não conseguiu cumprir. Conforme mostra matéria publicada pelo G1-RN. Confira clicando aqui! Fora essas promessas não cumpridas, o que mais afetou nosso estado foi saída de grandes empresas, com isso perdemos vários postos de empregos, a arrecadação do estado ficou no vermelho e o governo afundou de vez.

Com todos problemas já citados, vimos o governo enterrar de vez os salários dos servidores públicos. Com a arrecadação do estado baixa, com um grande número de desempregados, com a economia do país em queda e com os vários casos de corrupção descobertos, estamos vendo atualmente como o servidor público tem sofrido nas mãos de um governo que não soube administrar, fez alianças erradas e foi abandonado pela bancada federal dos deputados, pelos senadores e por parte dos deputados estaduais. 

Agora nosso Estado vive um outro dilema onde temos na disputa para o governo do Estado Fátima Bezerra e Carlos Eduardo. A senadora Fátima Bezerra do PT é a única candidata do partido que está em disputa para o cargo do executivo estadual no cenário nacional. Fátima é oposição ao candidato Jair Bolsonaro líder e cotado em todas as pesquisas à vencer essas eleições no segundo turno contra o Fernando Haddad do PT.

Fátima é a candidata cotada a vencer às eleições no Estado, "se" Fátima vencer no estado e Bolsonaro na presidência, ela sendo oposição ao projeto político do Bolsonaro, quais benefícios ela trará para o estado? Qual governabilidade a candidata terá sendo oposição? Vivemos isso na administração anterior (atual com Robinson faria), onde todos deram as costas para o governador prejudicando-o a sua governabilidade. O nosso estado viveu momentos de críticos na segurança pública onde precisou de ajuda parlamentar para resolver as questões e a bancada federal não ajudou. Veja aqui!

Agora o RN terá uma difícil escolha, ou dar continuidade a um governo de oposição ao futuro presidente (segundo pesquisas), o que não adiantará nada para o estado ou escolhe mais um outro candidato que por mais que tenha falhas de gestão, consegue gerir de forma mais livre, mesmo este tendo em seu currículo o sobre nome das oligarquias do estado, porém com experiência para negociar e trazer aquilo que o estado precisa. A decisão será sua CARO ELEITOR.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO AO SINTRAF/PT

NOSSO COMPROMISSO NÃO É PARTIDÁRIO, NOSSA CONSTITUIÇÃO PREVÊ A LIVRE EXPRESSÃO DO PENSAMENTO.





Em atenção ao pedido de publicação de Nota de Esclarecimento proposto por V. Sra, referente à postagem publicada no dia 12 de outubro de 2018, não vemos motivo para publicação porque referida postagem não ofendeu a honra dessa instituição, limitando -se a reproduzir, entre aspas, trechos sobre deliberações da mesma, com ampla divulgação na midia.

Justamente pelo fato do pleno exercício da liberdade de expressão e de imprensa, que não admite censura, é que o blog mantém o que foi publicado.

Se V.Sra. achar por bem em cumprir a ameaça de acionar o Poder Judiciário, fique a vontade, pois assim como a liberdade de expressão, é direito fundamental à inafastabilidade da jurisdição, também prevista em nossa Carta Política.

Talvez V.Sra ou a assessoria dessa respeitável instituição tenha feito uma errônea interpretação do texto. É preciso atentar para os conceitos de coesão e coerência para em seguida descobrir o real significado da postagem, que fala de um contexto socio-político, vivenciado por diversos atores numa determinada conjuntura.



Não há ofensas diretas ou indiretas à honra de quaisquer pessoas ou instituições, mas apenas constatações de fatos. Nada que possa ser censurado, posto que tal mister não se admite no atual ordenamento jurídico.

O blog, desde já, agradece sua leitura e acesso ao nosso veículo de comunicação, informando, ainda a liberdade de opinião e informação, respeitado o sigilo da fonte e vedado o anonimato.

‘É preciso nova bibliografia para escolas’, diz assessor de Bolsonaro para a Educação


Aléssio Ribeiro Souto, general e integrante da equipe de campanha de Jair Bolsonaro (PSL)


À frente do grupo que elabora propostas para o Ministério de Educação de um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL), o general Aléssio Ribeiro Souto diz que “é muito forte a ideia” de se fazer ampla revisão dos currículos e das bibliografias usadas nas escolas para evitar que crianças sejam expostas a ideologias e conteúdo impróprio. Ele defende que professores exponham a "verdade" sobre o "regime de 1964", narrando, por exemplo, mortes "dos dois lados". "Existe a verdade, quer se queira ou não. E ela nem sempre tem sido retratada", afirmou o general em entrevista ao Estado.
Ex-chefe do Centro Tecnológico do Exército, Souto foi chamado a coordenar debates de ciência e tecnologia, mas acabou acumulando a área de educação "por afinidade". Contrário à política de cotas, defende a "prevalência do mérito" e diz que, se a ideia for aceita por Bolsonaro, serão estudadas medidas "não traumáticas" para substituir as regras. "Querem atribuir a Bolsonaro condição ditatorial. É chamado até de nazista. É mentira deslavada", disse.
Aléssio Ribeiro Souto
General Alessio Ribeiro Souto, assessor de Bolsonaro para a área da Educação Foto: Dida Sampaio/Estadão
Qual a proposta para o desenho do Ministério da Educação?
Há preferência do grupo por manter educação e ciência e tecnologia separados. Achamos que ambos cabem na nova quantidade de ministérios, que será reduzida, mas não entramos na questão. É preciso valorizar os professores e os cientistas, não importa em qual estrutura organizacional estejam. Preconizamos que esporte e cultura devam estar dentro do Ministério da Educação. Ah, o pessoal da cultura é contra. Mas isso é uma besteira tão grande. O Estado pode ser pequeno. O importante é a funcionalidade e a gestão.
Quais mudanças na área da educação o senhor vê como prioritárias?
Levantamos 14 “ideias básicas” para educação. Elas incluem valorização dos professores, motivação dos alunos, treinamento continuado dos 2,6 milhões professores que aí estão, alteração da formação das licenciaturas, revisão completa dos processos educacionais da base curricular, efetivo emprego dos recursos. Há muito dinheiro indo para o ralo da corrupção e há má gestão pura e simples. Você não pode dobrar o recurso para a educação, mas pode a cada ano aumentar 0,5% a mais do que a média do orçamento e, assim, em dado momento, terá aumento real.
Preveem reorganização na destinação dos recursos?
Em qualquer país razoável, 30% ou 40% dos recursos são destinados ao ensino superior. Este ano, aqui, a matriz deve ter chegado a 70% dos recursos para o ensino superior. Precisamos alterar, mas não se faz facilmente, porque teria de mandar metade das pessoas embora, professores e funcionários. Não é assim que as coisas acontecem, não queremos o regime ditatorial. Na democracia é diferente, tem de ser pactuado, aos poucos. Nossas “14 ideias básicas” darão resultado em médio e longo prazos. Para ter transformação efetiva da sociedade, como ocorreu no Japão e na Finlândia, precisamos de 60 anos. Estamos pensando em medidas para o curtíssimo prazo, como replicar a experiência de escolas públicas de bom desempenho para outras do mesmo Estado. Além disso, tudo que é de médio e longo prazo tem de ser desencadeado agora. Valorizar professor não dá resultado agora, mas tem de começar agora.
Inclui melhorar a remuneração?
A remuneração é quinto ou sexto tópico a se considerar. Pagar muito bem é uma absoluta impossibilidade agora. Antes disso, precisa do discurso de que magistério é importante. Os professores que estão aí precisam começar a acreditar que são importantes, porque hoje ninguém quer ser professor. Discurso, formação, aperfeiçoamento dos que já estão aí, resgate da autoridade do professor. Depois dos pais, tem de ter a ideia de que, em segundo lugar, reverenciamos professores. É absolutamente inaceitável a agressão ao professor. Isso tem de ser reprimido.
Como fazer isso nas escolas públicas?
Dentro dos meios democráticos e legais. Aquele que ameaçar agredir o professor, que dirigiu a palavra mal dita para o professor, tem de haver repressão. Democrática.
Como é repressão democrática?
Tem de ser retirado da sala. E, se agredir, polícia. Vai a polícia, leva as crianças e atua naquele que agrediu fisicamente através do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para os menores. E, para os adultos, polícia pura e simples. Delegacia. Não pode haver dúvida quanto a isso.
Mas há propostas de modificações?
O candidato Jair Bolsonaro é acusado de misógino porque queria a punição de alguém que estuprou a namorada e depois a matou. E a punição desse menor? Na minha visão, o menor bandido deve ser preso. Mas vai colocar na prisão junto dos maiores? Não. No pavilhão dos menores bandidos,  precisa ter tratamento do psicólogo, educador etc. Agora, nesse sentido, o ECA tem de ser mudado. Se ele permite que bandidos sejam protegidos, discordo. Assim que eu vejo.
Isso está na proposta?
Não entramos nesse tipo de detalhamento agora. Estamos levando as ideias básicas que passarão pela equipe de transição e para quem for o ministro.
Como ficará a política de cotas?
Uma das ideias básicas é a prevalência do mérito. O País deve chegar ao momento que não precisará de cotas. A cota é um remendo. Sou de família extremamente modesta, saí de casa aos sete anos de idade. Sou neto de negro e bisneto de índia. Nunca precisei disso, porque o Estado, a sociedade e a Nação me propiciaram educação pública de qualidade.
Cotas então não são necessárias?
Elas estão sendo necessárias para alguns e mal utilizadas por outros para resolver um problema de má gestão governamental. Nossa proposta é a prevalência do mérito. Mas como fazer? Eliminar agora? É preciso equilíbrio. Que tal ensino complementar aos desassistidos?
Quem são os desassistidos?
Pobre branco de olhos azuis não tem direito? Existem no Nordeste e no Rio Grande do Sul. No meu dicionário, não pode ter cor para o ser humano. Que tal se, em vez de cota, propiciarmos ensino adicional, correção dos erros existentes, complementariedade?
O senhor fala em reforço escolar, mas a cota garante o ingresso na universidade.
Quis mencionar minha posição pessoal. Nossa equipe não está tratando especificamente disso.  Se a ideia da prevalência do mérito for acolhida por Bolsonaro, estudaremos soluções não traumáticas (para mudar a política atual). Querem atribuir ao Bolsonaro a condição ditatorial. É chamado até de nazistas. É mentira deslavada.
Como ficariam Prouni e Fies?
Achamos que é preciso continuar o financiamento do estudo. O País nunca vai transformar os pobres em ricos. Não é todo mundo que chegará lá. Mas os mais talentosos entre os pobres precisam ter acesso ao nível superior. O Prouni requer estudo, mas, pelo que li, não vejo razão para pensar em acabar.
Por que é necessário revisar o currículo escolar?
É muito forte a ideia básica de revisão dos processos curriculares, das bibliografias.  Isso precisa ser muito cuidado para não termos absurdos que vimos na TV como livros distribuídos para crianças de sete anos que deixa mães estupefatas. Determinadas coisas são responsabilidade dos pais. A escola tem de tratar do problema, mas não tem de influenciar para uma direção ideológica. E, nesse sentido, estamos colocando uma revisão completa dessas questões curriculares.
Com qual objetivo?
Impedir que tenhamos na escola a orientação de um determinado partido ou corrente ideológica em dado momento. Isso é inaceitável. Foi pregado pelo Bolsonaro que ele vai combater num eventual governo dele a ideologização das escolas, a transmissão das questões relacionadas à sexualidade, à ideologia de gênero, que é um direito inalienável dos pais. Ele transmitiu isso e por isso me convenceu de que eu poderia contribuir para a campanha dele.
E se um pai desejar que o professor ensine criacionismo em vez de a teoria da evolução?
Isso que eu saiba não está errado. Foram questões históricas que ocorreram. Se a pessoa acredita em Deus e tem o seu posicionamento, não cabe à escola querer alterar esse tipo de coisa, que é o que as escolas orientadas ideologicamente querem fazer, mudar a opinião que a criança traz de casa. Cabe citar o criacionismo, o darwinismo, mas não cabe querer tratar que criacionismo não existe.
Mas no currículo escolar não consta o criacionismo. Fala-se da teoria da evolução.
A questão toda é que muito da escola na atualidade está voltada para a orientação ideológica, tenta convencer de aspectos políticos e até religiosos. Houve Darwin? Houve, temos de conhecê-lo. Não é para concordar, tem de saber que existiu.
O senhor já se manifestou a favor de retirar livros que não contassem “a verdade” sobre 1964.
A única coisa que vou falar sobre 64 é que eu só aceito ler e debater aspectos do regime de 64 à luz da liberdade e de praticar a verdade, a coragem e a ética. Fora disso, sequer aceito a ideia de debater.
O senhor entende que os livros de história não refletem a verdade ao tratar 1964 como golpe militar?
Não entro na questão de golpe, porque é algo menor. Há quem diga que o afastamento da Dilma, feito no âmbito do Congresso e do Poder Judiciário, foi golpe. Felizmente, o povo mineiro disse para ela: você não estava falando a verdade. Impediram que ela fosse eleita. A questão da palavra golpe me parece menor. Agora, sonegar para crianças de dez, 12, 16 anos o que ocorreu? Não concordo. Não gostaria de falar mais sobre o assunto.
Mas é preciso esclarecer sua posição.
Não tenho medo de debater com transparência. No período de 1945, cerca de 400 e poucos brasileiros morreram para derrotar o nazismo. Em 1964, houve 450 mortes dentre aqueles que queriam implantar a ditadura do proletariado. Mas houve 117 mortes daqueles que não queriam. Quando você trata dos problemas e das mortes  - e guerra traz mortes - tem de tratar dos dois lados. Existe a verdade, quer se queira ou não. E ela nem sempre tem sido retratada. Com frequência, minhas filhas chegam em casa falando coisas que não posso aceitar. Mas não está no livro de história, está na boca do professor.
Como pretende atacar isso?
Orientar toda a cadeia de gestão, até o professor na sala de aula, que nós buscamos a paz e a harmonia através da democracia e de praticar a verdade. E não usar a mentira e a canalhice. E aí é a mudança que Bolsonaro ofereceu ao povo brasileiro e foi acolhida majoritariamente.

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