Total de visualizações de página

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

GOLPE DO INDULTO: COM DISPARIDADE DE VOTOS, INDULTO NATALINO EDITADO PELO PRESIDENTE MICHEL TEMER É APROVADO NO STF POR 6 X 2, "SUPREMA CORTE ACOVARDADA"



A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou hoje (29) a favor da validade do decreto de indulto natalino editado pelo presidente Michel Temer no ano passado. No entanto, o julgamento foi suspenso por pedidos de vista dos ministros Dias Tofffoli e Lux Fux.

Com o adiamento, continua valendo a liminar proferida pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso, que suspendeu parte do texto do decreto.

Apesar da maioria formada, os ministros começaram a discutir no fim da sessão se o resultado poderia prevalecer mesmo após o ministro Luiz Fux pedir vista do processo, fato que provocaria a suspensão do julgamento.

A proposta de continuidade foi feita pelo ministro Gilmar Mendes, que votou a favor da validade. Após um impasse na questão, o presidente, Dias Toffoli, pediu vista.

A sugestão foi criticada pelo ministro Barroso. Segundo o magistrado, o pedido de vista deveria ser respeitado pela Corte e o julgamento suspenso.

“Todo sabe o que está acontecendo aqui e todo mundo sabe o que eu penso”, afirmou Barroso.

A ministra Rosa Weber também defendeu a suspensão do julgamento e disse que a situação causou constrangimento aos ministros.

Mais uma vez o Brasil assiste atônito um circo armado pela suprema corte de "ministros" ínfimos, capazes de se promoverem (aumentando seus salários) e livrando condenados da justiça por meio de manobra duvidosa do atual presidente do país, que integra o time de investigados da justiça por crimes cometidos. A quem interessa "O GOLPE" do INDULTO NATALINO? 

COMO O PROGRESSO TRANSFORMA A ESCASSEZ EM ABUNDÂNCIA - A ÁGUA DE ISRAEL E OS ELEMENTOS QUÍMICOS, SERIA ESTE UM DOS MOTORES PARA SALVAR O NORDESTE BRASILEIRO DA SECA?



O grande psicólogo e linguista canadense Steven Pinker publicou um livro intitulado Enlightenment Now: The Case for Reason, Science, Humanism, and Progress (Iluminismo já: em defesa da razão, da ciência, do humanismo e do progresso). A esquerda não gostou. Dentre as críticas mais leves, Pinker foi criticado por seu "otimismo excessivo".

O site Open Democracy — financiado por George Soros, pelo ministério de relações exteriores da Noruega, pela Fundação Rockefeller e pela Fundação Ford — afirmou que Pinker não está devidamente preocupado com o esgotamento dos recursos naturais do planeta, incluindo as reservas de água doce. O site ainda culpa o psicólogo de Harvard por "abraçar a crença neoliberal e tecnocrática de que uma combinação entre soluções de mercado e arranjos tecnológicos irá magicamente resolver todos os problemas ecológicos".

Mas, adivinhe só? Arranjos tecnológicos em conjunto com soluções de mercado realmente são, sim, uma crucial parte dos esforços da humanidade para tentar superar os desafios ambientais. E, se você não estiver convencido, apenas veja os esforços de dessalinização empreendidos em Israel (ver mais abaixo).

O progresso não é mágico, mas é quase


O site progressista aponta algumas tendências ambientais preocupantes, dentre elas "o aumento nas emissões de CO2; o declínio no volume de água doce disponível; o aumento no número de zonas mortas nos oceanos; o escoamento de fertilizantes artificiais".

Pinker, vale enfatizar, não nega a existência destes desafios. "O progresso", escreve ele,


Não é o mesmo que mágica. Sempre há abalos, atrasos e retrocessos. ... Claramente temos de estar preocupados com o pior dos retrocessos possíveis, como uma guerra nuclear, bem como com o risco de reveses permanentes, como o pior dos cenários previstos para as mudanças climáticas.
Peguemos, por exemplo, a oferta de água doce. Entre 1962 e 2014, o volume de recursos hídricos renováveis por pessoa caiu de 13,4 metros cúbicos para 5,9 metros cúbicos (graças também ao crescimento populacional). No entanto, vale lembrar que 71% da superfície da Terra é coberta por água.

Logo, o que é necessário nas áreas mais afetadas por secas, como o norte da África e Oriente Médio, é um processo financeiramente viável de dessalinização que separe as partículas de sal das moléculas de água. Israel é pioneiro em um método de dessalinização que faz com que a água doce consumida pelos lares israelenses seja 48% mais barata que a água doce consumida pela população de Los Angeles.

A dessalinização, escreve Rowan Jacobsen na Scientific American,


ocorre ao se pressionar água salgada através de membranas contendo poros microscópicos. A água atravessa a membrana, ao passo que as moléculas de sal, que são maiores, ficam retidas.

No entanto, os microorganismos contidos na água do mar rapidamente colonizam as membranas e bloqueiam os poros, de modo que controlar esses microorganismos requer uma limpeza periódica, quimicamente intensiva e, por isso, cara.

Porém, o cientista israelense Bar-Zeev e seus colegas desenvolveram um sistema livre de produtos químicos utilizando pedras lávicas porosas para capturar os microorganismos antes de eles chegaram às membranas... Israel hoje obtém 55% de sua água doméstica por meio da dessalinização [dados de 2016; em 2018 o valor já subiu para quase 80%], e isso ajudou a fazer com que um dos países mais secos do mundo se transformasse no mais improvável pioneiro das águas.


A livre iniciativa não é um problema; é a solução


O artigo da Open Democracy também criticou Pinker por "não levar em conta os agentes estruturais do esgarçamento ambiental: um economia global baseada no crescimento e dependente de uma cada vez maior monetização dos recursos naturais e da atividade humana".

Mas a realidade é que a livre iniciativa não é o problema. É a solução. Como mostra a questão da água em Israel, a escassez relativa gera preços altos. Preços altos criam incentivos para se pensar em inovações. E inovações geram abundância.

A escassez se converte em abundância por meio do sistema de preços, que é o componente mais fantástico e surpreendente de uma economia de mercado, e o qual irá funcionar sempre que uma economia respeitar a propriedade privada e a liberdade de transacionar.

Nas economias mais livres, os recursos não são "exauridos", como temem os progressistas (e isso é comprovado pelo fato de que a Terra ainda não viu um único recurso não-renovável ser extinto). E não há esse exaurimento porque a totalidade dos nossos recursos, o que inclui a água doce, não é fixa. Sim, o número total de átomos na Terra é finito, mas as maneiras nas quais esses átomos podem ser combinados e recombinados são infinitos.

De novo: não apenas a oferta de recursos naturais economicamente utilizáveis não só não é algo fixo e determinado, como, ao contrário, pode ser substantivamente aumentada por um considerável período de tempo.

Por exemplo, a oferta de ferro como um recurso natural economicamente utilizável era de zero para o povo da Idade da Pedra. O ferro passou a ser um recurso natural economicamente utilizável somente após terem descoberto alguma utilidade para ele e após terem percebido que o ferro poderia contribuir para a vida e bem-estar do homem ao ser forjado em vários objetos.

A oferta de ferro economicamente utilizável era ínfima quando ele podia ser extraído somente por meio de escavação com pás. Ela se tornou substantivamente maior quando escavadoras mecânicas e de motor a vapor substituíram as pás manuais. E se tornou ainda maior quando se descobriram métodos para separar o ferro de compostos contendo enxofre.

E quando este ferro foi separado de elementos como oxigênio e enxofre e recombinado com outros elementos como cromo e níquel para formar os automóveis, os eletrodomésticos e as vigas de aço que sustentam prédios e pontes, ele se tornou muito mais útil e valioso para a vida e bem-estar humano do que o mesmo ferro soterrado, intocado e inutilizado no subsolo.

O mesmo é válido para o petróleo e o carvão trazidos para a terra e utilizados para gerar calor, iluminar casas e fornecer energia para as máquinas e ferramentas do homem. O mesmo também é válido para todos os elementos químicos que se transformaram em componentes essenciais de produtos importantes quando comparados ao que eram esses mesmos elementos quando jaziam inertes no subsolo.

E assim tem sido, e continuará sendo, para todo e qualquer recurso natural economicamente utilizável; sua oferta aumentou e poderá continuar aumentando por um período de tempo indefinido. A oferta de recursos naturais economicamente utilizáveis irá se expandir à medida que o homem for aumentando seu conhecimento em relação à natureza e aumentando seu poder físico sobre ela.

Por tudo isso, o que importa não são os limites físicos do nosso planeta, mas sim a liberdade humana para experimentar e reimaginar o uso dos recursos naturais que temos à disposição. Como escreveu o professor da Universidade de Nova York Paul Romer:


Para se ter uma ideia do tamanho do escopo que ainda há para novas descobertas, podemos fazer o seguinte cálculo.

A tabela periódica contém aproximadamente cem tipos diferentes de átomos. Se pegarmos uma receita simples, do tipo que combina apenas dois elementos — como para formar o aço (ferro e carbono) ou o bronze (cobre e estanho) —, então há 100 x 99 receitas possíveis para apenas dois elementos.

Para receitas que envolvem quatro elementos, há 100 x 99 x 98 x 97 receitas possíveis, o que equivale a mais de 94 milhões de combinações. ...

Matemáticos chamam este aumento no número de combinações de "explosão combinatória". Uma vez que você chega a 10 elementos, há mais receitas possíveis do que segundos vividos desde que o Big Bang criou o universo. E, se você for prosseguindo, tornar-se-á óbvio que ainda há muito poucas pessoas na terra e muito pouco tempo desde que surgimos, pois até hoje só tentamos uma ínfima fração de todas as possibilidades.


O progresso é possibilitado pela liberdade


A totalidade dos elementos químicos constitui o ambiente externo material do homem, e é precisamente para aprimorar essa relação que servem a produção e a atividade econômica.

Mas isso pode ocorrer apenas nas economias livres.

Em contraste às economias livres, as sociedades estatizantes, que não respeitam a propriedade privada e as livres transações (e que, por isso, não possuem um sistema de preços minimamente funcional), tendem a tratar os recursos do planeta de maneira muito mais maléfica. A União Soviética e a China maoísta, por exemplo, foram implacáveis agressoras da natureza e de seus recursos, inclusive o mais precioso recurso de todos: os seres humanos.

A maior distinção entre as sociedades livres e as estatizantes está no valor que elas atribuem à vida humana. Sociedades livres tratam os seres humanos como um recurso valioso, pois apenas os humanos são capazes de terem idéias e utilizar sua energia criativa para converter essas idéias em inovações. Por outro lado, sociedades estatizantes tendem a considerar os membros da raça humana como um passivo. Consequentemente, a estrada das utopias estatizantes sempre foi pavimentada por cadáveres.

Dentro do contexto de uma economia de mercado, os seres humanos não apenas utilizam recursos, como também os repõem e os amplificam. As fábricas de dessalinização de Israel fornecem água potável não só para os israelenses, como também para os habitantes da Cisjordânia. Mais ainda: esforços diplomáticos já estão sendo feitos para que a água potável de Israel abasteça também os países árabes vizinhos.

Isso é progresso.

Fonte: Mises Brasil

PEQUENO GIGANTE DA AMÉRICA DO SUL TEM 3º MAIOR CRESCIMENTO DO MUNDO ULTRAPASSANDO O BRASIL EM CRESCIMENTO ECONÔMICO, VEJA



Segundo relatório do Banco Mundial, o Paraguai teve no ano de 2013 o terceiro maior crescimento econômico do mundo: 14,1%. O Brasil, no mesmo período, cresceu 2,2%.

A disparidade coincide com a saída do Paraguai do Mercosul. O país foi suspenso temporariamente do bloco econômico em resposta ao processo de impeachment do presidente Fernando Lugo, ocorrido no ano anterior e que foi repudiado pelos países sul-americanos.

Após o retorno do Paraguai ao Bloco, o crescimento saiu de 14% em 2013, para 4,72% em 2014. O crescimento continuou em queda gradual e fechou 2017, com 0,7% de crescimento. Os dados são do Banco Mundial.

Além da saída do Mercosul, o crescimento também está ligado a outros fatores, como a maior diversificação de suas exportações (tentando diminuir sua dependência do Brasil) e uma maior abertura econômica, que inclui uma legislação tributária definida como “simples” em relação a outros países, incluindo o Brasil.

Fonte: Banco Mundial

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

O PRESIDENTE "TRAVESSO" MICHEL TEMER SANCIONA REAJUSTE SALARIAL DOS MINISTROS DO SUPREMO CONFORME A MÍDIA NOTICIA




Em carta publicada pela Presidente da Ajuris (Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul), Vera Lúcia Deboni, confirma que o Presidente Michel Temer sancionou o reajuste salarial para os ministros do supremo. Com a aprovação da lei, a mesma abrirá precedentes para que toda magistratura brasileira solicite reajuste de salários, assim como sabemos os salários dos deputados é baseado no teto máximo do judiciário, o que não custa acreditar que estes também irão querer chegar ao topo.



Segundo apurou o site "O antagonista" - Apesar de o Planalto ter negado que Michel Temer sancionou o reajuste dos ministros do STF, que terá efeito cascata-tsunami sobre as contas públicas, a Associação dos Magistrados Brasileiros jura que o presidente assinou a estrovenga e que a lei sancionada sairá publicada na segunda-feira.

Alguém está mentindo para alguém. E ai Michel? Vai sair fazendo aquilo que os "pombos" fazem de melhor não é?

JAIR BOLSONARO ANUNCIA RICARDO VÉLEZ RODRÍGUEZ PROFESSOR E FILÓSOFO, PARA O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONFIRA



Na noite dessa quinta-feira 22, o Presidente Eleito Jair Messias Bolsonaro anunciou o novo Ministro da Educação. O escolhido foi o Professor e filósofo Ricardo Vélez Rodrígues, autor de mais de 30 obras publicadas, doutor em pensamento luso-brasileiro pela Universidade Gama Filho, atualmente professor Emérito da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

Em outubro através de uma rede social (Facebook), o professor e também filósofo Olavo de Carvalho publicou que "ele não deveria ser ministro da educação do Brasil, quem merecia a vaga era o Ricardo Vélez Rodrígues. Agora, o Presidente eleito confirma o nome do Ricardo para assumir à vaga de Ministro da Educação.

Quando o Olavo de Carvalho publicou na sua rede social quem deveria assumir a vaga de Ministro da Educação era o Ricardo Vélez, publicamos em nossa rede social o currículo do então professor. Para nossa surpresa, hoje, o mesmo é confirmado como Ministro. Com um currículo invejável, pudemos observar que o nome para assumir a vaga é muito conceituado e capacitado para tal cargo, confira o currículo abaixo.

Currículo

O Prof. Ricardo Vélez Rodríguez possui graduação em Filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana (1964), graduação em Teologia - Seminário Conciliar de Bogotá (1967), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1974), doutorado em Filosofia pela Universidade Gama Filho (1982). 


Realizou pesquisa de pós-doutorado no Centre de Recherches Politiques Raymond Aron - Paris (1994-1996), sob a orientação de Françoise Mélonio. Atualmente é conferencista e membro do conselho consultivo da Universidade Católica Portuguesa (Lisboa), professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora e professor emérito da ECEME.

É professor-colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da UFJF. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: pensamento brasileiro, filosofia brasileira, filosofias nacionais, liberalismo e moral social. 


Pertence à Academia Brasileira de Filosofia, ao Instituto Brasileiro de Filosofia, ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, ao PEN Clube, ao Conselho Técnico da Confederação Nacional do Comércio e ao Instituto de Filosofia Luso-Brasileira (Lisboa). Criou na UFJF, em 2005, o Centro de Pesquisas Estratégicas "Paulino Soares de Sousa", do qual é coordenador. 

Na mesma Universidade é também coordenador do Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos, do Núcleo Tocqueville-Aron de Estudos sobre as Democracias Contemporâneas, do Núcleo de Estudos sobre Madame de Staël e o Romantismo e do Núcleo de Cosmologia e Filosofia da Ciência.

Confira a biografia aqui

NOVO GOLF GTE FAZ 62 KM COM 1 LITRO DE GASOLINA, SERÁ LANÇADO NO BRASIL EM 2019



A nova ordem mundial na montadora Volkswagen é investir em carros “verdes” em todos os mercados, tanto que trabalham em uma linha de modelos elétricos chamada I.D., que será lançada nos próximos anos. Enquanto isso não acontece, a marca prepara o lançamento de modelos híbridos e elétricos no Brasil. O primeiro deles será o Golf GTE, versão híbrida do hatch médio, confirmada para o 2º semestre de 2020 e que está sendo exibido no Salão de São Paulo, ao lado do elétrico e-Golf e do híbrido Passat GTE.



O Volkswagen Golf GTE é uma velha promessa da marca, tanto que já foi exibido antes no Salão do Automóvel e foi avistado inúmeras vezes pelas ruas brasileiras. O atraso, segundo a fabricante, deve-se aos testes de adaptação do carro para o mercado brasileiro, não só de seu motor (para aceitar a mistura de gasolina com etanol) como de suspensão.



É equipado com o motor 1.4 TSI de 150 cv da versão topo de linha do hatch no Brasil, com um segundo motor elétrico para gerar um total de 204 cv. As baterias podem ser carregadas com o movimento do carro ou com uma tomada, levando três horas e meia em uma tomada normal e duas horas e meia em uma estação de carga. No modo elétrico, o Golf GTE roda por 50 km, enquanto no modo híbrido ele pode fazer até 62,5 km/l, de acordo com a fabricante.



Será oferecido da mesma forma que o Golf Highline, com todos os equipamentos possíveis para o hatch, como a central multimídia com tela de 9,2 polegadas e controle por gestos, painel de instrumentos digital e mais. A Volkswagen ainda não fala sobre preços.



SEM IMPOSTO SINDICAL, CUT VENDE PRÉDIO E DEMITE SINDICALISTAS PARA SOBREVIVER



A Central Única dos Trabalhadores (CUT), maior central sindical do país e apoiadora incondicional do Partido dos Trabalhadores (PT), está em crise. Sem o dinheiro tomado a força dos trabalhadores por meio do imposto sindical, os sindicalistas estão tendo que fazer o que mais temiam: pagar de gastar o dinheiro alheio.

Para obter dinheiro, a entidade sairá do prédio próprio no bairro do Brás, em São Paulo, sua sede há 23 anos, para se mudar para um prédio no centro antigo da cidade. No fim de julho, a Executiva da CUT aprovou a venda do local. Avaliado em R$ 40 milhões, o imóvel com sete andares está sendo negociado com a Igreja Mundial do Poder de Deus, que ocupa um quarteirão inteiro do outro lado da rua.

A reforma trabalhista que acabou com a mamata sindical atingiu em cheio a CUT. Entre janeiro a agosto de 2017, antes da reforma trabalhista, a CUT recebeu R$ 54 milhões do imposto sindical. No mesmo período deste ano, a entidade recebeu R$ 2,5 milhões, uma queda de 95%. Como resultado, a central sindical lançou um Plano de Desligamento Incentivado que demitiu 65 pessoas, cerca de 45% dos sindicalistas.

A CUT estuda até ter patrocínios no seu website. “Acabou o recurso, você precisa se adaptar, não tem jeito”, afirmou o presidente da central sindical, Vagner Freitas. É a nova era.

Com informações da Época

terça-feira, 20 de novembro de 2018

HOJE, 20 DE NOVEMBRO, DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA. PARA VOCÊ, ZUMBI DOS PALMARES FOI UM HERÓI OU UM VILÃO? TODA HISTÓRIA TEM DOIS LADOS



As ONGs procuram mitificar a história do Quilombo dos Palmares, apresentando-o como um refúgio de liberdade do negro perseguido. A realidade histórica, entretanto, difere bastante dessa criação legendária. Na verdade, o referido quilombo espalhava terror, mesmo entre muitos negros.

José de Souza Martins denuncia a mistificação do Quilombo dos Palmares ao denunciar a existência da escravidão dentro dele: 

“Os escravos que se recusavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e convertidos em cativos dos quilombos. A luta de Palmares não era contra a iniquidade desumanizadora da escravidão. Era apenas recusa da escravidão própria, mas não da escravidão alheia. As etnias de que procederam os escravos negros do Brasil praticavam e praticam a escravidão ainda hoje, na África. Não raro capturavam seus iguais para vendê-los aos traficantes. Ainda o fazem. Não faz muito tempo, os bantos, do mesmo grupo linguístico de que procede Zumbi, foram denunciados na ONU por escravizarem pigmeus nos Camarões”

(José de Souza Martins, Divisões Perigosas, Ed. Civilização Brasileira, Rio, 2007, p. 99)

Faz parte da propaganda de certos movimentos negros exaltar a figura de Zumbi como libertador dos escravos. Ora, a ascensão dele se deu após o assassinato do tio: 

“Depois de feitas as pazes em 1678, os negros mataram o rei Ganga-Zumba, envenenando-o, e Zumbi assumiu o governo e o comando-em-chefe do Quilombo”. 

(Edison Carneiro, O Quilombo dos Palmares, Ed. Civilização Brasileira, 3a ed., Rio, 1966, p. 35)

Carneiro confirma o governo despótico de Zumbi: 

“Nina Rodrigues esclarece que nos Palmares havia ‘um governo central despótico’ semelhante aos da África na ocasião”.(idem, p. 4) Não havia liberdade para sair: “Se algum escravo fugia dos Palmares, eram enviados negros no seu encalço e, se capturado, era executado pela ‘severa justiça’ do quilombo”. 

(idem, p. 4)

Zumbi rompeu as pazes e espalhou o terror. Tais eram as devastações que os quilombolas espalhavam em torno de si que a pedido da população circunvizinha foram organizadas as expedições armadas das quais resultou a sua destruição de Palmares.

Décio Freitas, autor do livro "Palmares – A Guerra dos Escravos", em entrevista para a “Folha de S. Paulo”, confessou que depois das pesquisas, “ele tem hoje uma visão diferente do líder negro Zumbi. ‘Acho que, se ele tivesse sido menos radical e mais diplomático, como foi seu tio Ganga-Zumba, teria possivelmente alterado os rumos da escravidão no Brasil.’’ 

Confira
https://www1.folha.uol.com.br/fol/brasil500/zumbi_17.htm

Zumbi não tinha pretensões de libertar os escravos – maior mercadoria da África – e mantinha os costumes ali vigentes pelos quais algumas etnias escravizavam os seus inimigos.

Os portugueses, na maior parte das vezes, não capturavam os escravos, mas os compravam das tribos africanas. Até hoje a escravidão é praticada em várias regiões da África. Zumbi mantinha escravos de tribos inimigas para os trabalhos do quilombo.

Fonte: Revolução Quilombola, Guerra racial, Confisco agrário e urbano, Coletivismo, Nelson Ramos Barretto, Editora Artpress, SP, 2009, pp. 106-108

Deixamos aqui outros links para uma exploração mais ampla do conteúdo.


"O Brasil não cuida dos documentos".
https://www1.folha.uol.com.br/fol/brasil500/zumbi_18.htm

"Cronologia do quilombo de Palmares".
https://www1.folha.uol.com.br/fol/brasil500/zumbi_19.htm

"Para historiadores, Zumbi ofuscou Ganga-Zuma".

"Quem foi Ganga-Zumba".

"Líder recusou o acordo".

"Oscar Niemeyer doa projeto a negros".

"Visões do negro".

"A voz dissonante de Joaquim Nabuco".

"Dois autores atormentados com o mundo tropical das raças mistas".




segunda-feira, 19 de novembro de 2018

SOCIALISMO E COMUNISMO, PORQUE TEORICAMENTE PREGAM A PROSPERIDADE DOS POVOS E NA PRÁTICA APENAS DOS SEUS LÍDERES?



Quando Karl Marx escreveu "O manifesto comunista" com Friedrich Engels defendendo uma ideia de que o socialismo pregava a divisão igualitária das riquezas entre os povos, essa ideia começou a se espalhar pelo mundo, logo perdeu forças e continuou apenas nos livros.

Pouco mais tarde em meados do século XIV inicio do século XX (Entre 1848 Com Marx e Engels e em 1917 com Vladimir Lênin, quando ganhou forças com a revolução Russa) surgiu o comunismo de Marx, Engels e Vladimir Lênin na antiga URSS, que logo foi adotado por vários outros países, dentre estes, Cuba.

Este (comunismo) que por sua vez prega "a abolição da propriedade privada e o fim da luta de classes, além da construção de um regime político e econômico que possibilite o estabelecimento da igualdade e justiça social entre os homens" logo tomou conta de vários países do mundo, o qual colocou o Brasil na sua linha de frente, porém não tiveram o êxito de implantação aqui.

Pois bem, se estas "ideologias" pregam uma "divisão igualitária de riqueza e bens de consumo para uma sociedade "por igual". Porque o governo Cubano retirou o seu país do "PROGRAMA MAIS MÉDICOS", sabendo estes que poderiam prosperarem ajudando a si e às suas famílias?



Será que realmente o "Socialismo e Comunismo" pregam a prosperidade entre seus povos ou apenas aos seus líderes e fiéis seguidores, que vivem de oprimir seus povos? Uma das verdades sobre a farsa da "divisão das riquezas" foi derrubada quando o país "comunista e totalitário" Cuba, impediu que seus povos prosperassem. Ainda há alguém que defenda essas ideologias falsarias? És à questão.

Por Wilson Lima

domingo, 18 de novembro de 2018

FIRE - CONHEÇA OS JOVENS QUE ESCOLHEM VIVER MODESTAMENTE PARA SE APOSENTAR AOS 40 ANOS (OU ANTES), A MATEMÁTICA DA VIDA



Os pais de Barney Whiter compraram sua casa própria quando ele começou o Ensino Médio no Reino Unido, em 1981.




"Eles fizeram o que todos os britânicos faziam na época", diz ele, "casa grande, grande hipoteca". Pouco depois, veio uma grande recessão e as taxas de juros subiram para 17%. Como resultado, seus pais não tiveram outra opção senão cortar gastos: os dias de férias terminaram.

O pai de Whiter parou de comprar cerveja e passou a fazer sua própria. E a atitude do homem em relação ao dinheiro mudou para sempre: "Foi assustador dever muito dinheiro ao banco", diz ele.

Whiter prometeu a si mesmo que nunca acabaria na mesma situação que a dos seus pais.

Ele se formou em Economia e começou a trabalhar como contador. Acabou se especializando em educação financeira e atuou na área por 20 anos. Mas, apesar de seu salário ter se distanciado das 12,5 mil libras que ganhava logo após se formar, seu estilo de vida continuou espartano.



Por mais de duas décadas, Whiter fez questão de economizar pelo menos metade do seu salário todos os meses para a aposentadoria. Além disso, qualquer renda extra que ganhava ia diretamente para sua poupança. 
Ele andava de bicicleta até o escritório em vez de pegar o metrô, além de reduzir seu consumo de álcool.

Whiter, agora com 48 anos, conseguiu economizar o suficiente para se aposentar aos 43 anos.

Mas foi apenas um ano antes de se aposentar que ele conheceu Money Mustache, um blog escrito pelo canadense Peter Adeney, uma celebridade entre os jovens aposentados.
Whiter percebeu que havia sido inconscientemente parte de um movimento que vem se tornando cada vez mais popular entre os trabalhadores mais jovens do mundo.

Chama-se FIRE, o acrônimo em inglês para financial independence, retire early (ou independência financeira, aposente-se cedo, em tradução livre).

FIRE

Funciona mais ou menos assim: os adeptos desse estilo de vida vivem o mais austeramente possível, economizando metade de sua renda ou mais entre os 20 e os 40 anos. O objetivo é se aposentar antes dos 50 anos de idade.

Muitos devotos do FIRE, contudo, não planejam passar seus 50 anos jogando baralho ou viajando em cruzeiros. Trata-se de independência financeira: o objetivo é ter uma poupança suficiente e viver da maneira mais simples.

Assim, eles podem se dedicar a fazer algo mais do que buscar mais dinheiro ou batalhar por promoções no trabalho, ou se preocupar em pagar ao banco uma grande hipoteca.
Embora essas ideias existam há algum tempo, as redes sociais permitiram que o movimento realmente se consolidasse na última década.

Atualmente, milhares de pessoas em todo o mundo assinam podcasts (um dos mais populares é o Firedrill), acompanham blogs e participam de fóruns de discussão sobre como viver uma vida austera.

Diferente dos demais


Essas comunidades de jovens obcecados em economizar para aposentadoria contradizem uma tendência observada atualmente: a maioria dos millennials não está poupando o suficiente para quando deixar de trabalhar.

No Reino Unido, os millenials poupam, em média, 4,6% do seu salário para a aposentadoria. Já os seguidores do FIRE economizam metade de sua renda ou mais, gastando tão pouco quanto possível.


Craig Curelop, analista financeiro de 25 anos, é um deles.
Ele tem um carro, mas nunca o dirige. Na verdade, ele o aluga por meio de um site chamado Turo e, em vez disso, usa uma bicicleta: "Fiz isso e ganhei algumas centenas de dólares a mais por mês", diz ele.

Curelop, que mora em Denver, Estados Unidos, costumava alugar seu quarto no Airbnb e dormia na sala de estar. Ele estava economizando tanto que pôde comprar outra casa em junho deste ano (comprou seu primeiro duplex em abril de 2017), onde mora em um quarto e aluga os outros. "Agora estou economizando entre US$ 3 mil e US$ 4 mil (R$ 11 mil e R$ 15 mil) por mês", diz ele.

"É provável que eu tenha economizado entre US$ 60 mil e US$ 70 mil nos 18 meses desde que comecei a alugar minha primeira casa", diz ele.

Esse estilo de vida não está imune a críticas, já que muitos dizem que as metas de poupança são inalcançáveis. "Há muitos aspectos positivos e algumas boas raízes no planejamento financeiro, mas acho que é uma versão extrema que não é necessariamente apropriada para todos", diz Damien Fahy, consultor de planejamento financeiro que vive em Londres.

A matemática da vida


Outro aspecto controverso do FIRE é o seguinte: quanto dinheiro é necessário para se aposentar aos 30 ou 40 anos? Críticos dizem que os adeptos do movimento subestimam demais o quanto precisam economizar. Muitos (embora não todos) seguem a regra de 4%.
Se uma pessoa retirar apenas 4% de um investimento, sua receita consistirá principalmente de juros e dividendos e não gastará parte do capital.

A regra de ouro aqui é economizar 25 vezes a despesa necessária: por exemplo, para alguém gastar US$ 39 mil (R$ 145 mil) por ano, precisa economizar US$ 771 mil (R$ 2,8 milhões) para se aposentar mais cedo.

Mas essa regra tem suas falhas, especialmente quando aplicada a jovens. Ela é geralmente usada para aqueles que se aposentam aos seus 60 anos, que provavelmente não precisarão de dinheiro por mais de 30 anos. "A conta não fecha", diz Holly Mackay, fundadora do site Boring Money: "Se você se aposentar aos 30 anos, você ainda tem 70 anos pela frente, acho que há um pouco de ingenuidade".


Cortar, não cortar


Gwen Merz tem 28 anos e possui um patrimônio de US$ 200 mil (principalmente em propriedades, ações e dinheiro).



A americana pediu demissão em 27 de março deste ano e agora apresenta o podcast Firedrill: "Não estou aposentada, ainda tenho que trabalhar, mas tenho a liberdade de escolher algo de que realmente goste e que não pague tanto".

Ela espera que seus investimentos lhe proporcionem renda todas as vezes que decidir parar de trabalhar. Em sua opinião, o FIRE não é apenas sobre finanças, mas oferece comunidade e camaradagem.

"Posso sair com pessoas que não me olham enviesado por ter um carro de 13 anos", explica.


Ela diz que adoraria ter o videogame Nintendo Switch, mas acha desnecessário. Também come menos do que antes e não viaja com tanta frequência. Segundo Mers, "você deve ser capaz de viver melhor, mas isso não significa que você tenha que gastar muito dinheiro".
Whiter concorda. "Não é necessário ir a um bar caro no centro da cidade", diz ele.

"Não faz sentido viver miseravelmente por 20 anos apenas para poder viver miseravelmente por mais 20 anos depois do trabalho", diz ele.

Maior liberdade


Embora a parte "RE" do movimento FIRE seja se aposentar cedo, o objetivo de Merz e Whiter não é abandonar seus empregos e não fazer nada até morrer.

"Não vamos ficar sentados com um coquetel na mão todos os dias", diz Merz.


"Os seres humanos têm uma necessidade intrínseca ao trabalho. Precisamos nos sentir como membros valiosos da sociedade e isso não vai mudar só porque temos muito dinheiro no banco", acrescenta. Pelo contrário, eles acreditam que esse estilo de vida lhes dá flexibilidade para fazer o que querem.

"Você tem que viver para entender o quão poderoso é", diz Whiter.

Fonte: G1

ACREDITE, NÃO FORAM OS MOVIMENTOS SINDICAIS QUE REDUZIRAM AS JORNADAS DE TRABALHO, FOI O ACÚMULO DE BENS DE CAPITAIS, ENTENDA



Sempre que há um feriado prolongado, várias pessoas dizem que foram os sindicatos e as intervenções do governo que "humanizaram o capitalismo" ao nos dar a jornada de trabalho de 8 horas, a semana de cinco dias de trabalho, a abolição do trabalho infantil e tudo mais.

Infelizmente, essas pessoas inverteram as relações de causa e efeito.

Não fomos nós que humanizamos o capitalismo; foi o capitalismo que nos humanizou. A riqueza produzida pelo capitalismo nos permitiu satisfazer nossas demandas humanitárias de maneiras que não eram nem sequer sonháveis em outras épocas, quando todos os seres humanos viviam, diariamente, no limiar da sobrevivência.

Era absolutamente impossível trabalhar apenas 8 horas por dia, ter uma semana de trabalho de apenas 40 horas, e abrir mão do trabalho infantil quando as condições materiais que permitem esse luxo ainda não existiam. Ao contrário do que alguns gostam de imaginar, os trabalhadores não trabalhavam longas jornadas e as crianças não trabalhavam desde muito cedo porque os empregadores apontavam uma arma para suas cabeças. Igualmente, eles não trabalhavam tanto só porque gostavam de laborar por longas, duras e desconfortáveis horas.

Eles, assim como nós, teriam preferido trabalhar menos, ganhar mais, e usufruir melhores condições de trabalho. No entanto, quando o capital — ferramentas tecnológicas, maquinários de alta produção, e de meios de transporte rápidos e eficientes — é escasso, a produtividade é baixa. Sendo a produtividade baixa, os salários inevitavelmente também serão baixos. Sendo assim, para se alimentar toda uma família, serão necessárias várias horas de trabalho e muito mais pessoas trabalhando.

Cuidando de si próprio

Como Ludwig Von Mises nunca se cansou de repetir, foi a acumulação de capital o que tornou o trabalho mais produtivo.

Capital é tudo aquilo que aumenta a produtividade e, em última instância, o padrão de vida de uma sociedade. Capital são todos os fatores de produção — como ferramentas, maquinários, edificações, meios de transporte etc. — que tornam o trabalho humano mais eficiente e produtivo.

Capital, em termos físicos, são os ativos físicos das empresas e indústrias. São as instalações, os maquinários, os estoques e os equipamentos de escritório de uma fábrica ou de uma empresa qualquer.

Trabalhar menos e produzir mais é o resultado direto da acumulação de capital. Assim como um trator multiplica enormemente a produção agrícola em relação a uma enxada, o uso de máquinas e equipamentos modernos multiplica enormemente a produtividade dos trabalhadores — e, consequentemente, seus salários e sua qualidade de vida.

Foi a acumulação de capital ocorrida ao longo dos séculos o que permitiu que os trabalhadores produzissem mais com menos horas de trabalho. Em decorrência disso, eles passaram a poder alimentar a si próprios e a seus familiares — bem como educar seus filhos — ao mesmo tempo em que trabalhavam menos horas.

Nos países ricos, em que os trabalhadores possuem uma grande quantidade de maquinários e bens de capital tecnológicos à sua disposição, tais trabalhadores tendem a ser mais produtivos. Sendo assim, eles podem se dar ao luxo de trabalhar menos horas. Já nos países ainda em desenvolvimento, que não usufruem de bens de capital abundantes e de qualidade para seus trabalhadores — o que faz com que eles sejam menos produtivos —, não há alternativa senão trabalhar mais para produzir o mesmo tanto que um trabalhador de um país desenvolvido.

Os salários dos trabalhadores dependem de sua produtividade e do valor daquilo que produzem para os consumidores. Quando trabalhadores têm mais e melhores bens de capital com os quais trabalhar, sua mão-de-obra se torna mais produtiva. E quando os consumidores demandam aquilo que eles produzem, seus salários, por causa da maior produtividade, podem aumentar.

Quando os proprietários do capital — isto é, os donos dos meios de produção — têm de concorrer pela mão-de-obra, eles têm de oferecer maiores salários para atrair essa mão-de-obra mais produtiva, retirando-a de seus concorrentes. A consequência é que mais e melhores bens de capital levam a maiores salários, e isso permite que mais famílias possam sobreviver sem ter de colocar seus filhos para trabalhar, e que mais trabalhadores e empresas possam reduzir as horas de trabalho e a jornada semanal.

E todo esse processo já estava a pleno vigor antes de qualquer tipo de sindicalização ou de regulamentações governamentais sobre a jornada de trabalho. A linha de tendência de queda nas horas de trabalho não foi alterada quando sindicalizações e regulamentações governamentais começaram a aparecer.



Horas semanais de trabalho na indústria, 1830-1997; a cada regulamentação que surge, a tendência de queda não é alterada


O economista Robert Whaples observa que a jornada semanal média vem caindo progressivamente desde os anos 1830.

Em 1938, quando o então presidente americano Franklin Roosevelt assinou a Fair Labor Standards Act (FLSA), uma lei que estipulava a jornada semanal máxima em 40 horas, tal lei já era praticamente desnecessária. Ao longo do século anterior, as forças de mercado já haviam derrubado a jornada semanal média nas indústrias, de quase 70 horas para apenas 50 horas. Em outras indústrias, a jornada era ainda menor. Em 1930, por exemplo, operários das ferrovias trabalhavam uma media de 42,9 horas por semana. Já os carvoeiros trabalhavam uma média de apenas 27 horas. (Confira os números aqui).

Henry Ford implantou uma jornada semanal de 40 horas em 1926 porque ele acreditava que consumidores com mais tempo livre iriam comprar mais produtos. Outras grandes empresas fizeram o mesmo. Apenas um ano depois, 262 grandes empresas já haviam adotado uma semana de trabalho de 5 dias. Pela primeira vez na história, as pessoas estavam usufruindo fins de semana livres.

De acordo com esse trabalho acadêmico do economista Robert Whaples:

Mais de 80% dos historiadores econômicos já aceitam a idéia de que "a redução na jornada de trabalho semanal nas indústrias americanas antes da Grande Depressão deveu-se majoritariamente ao crescimento econômico e aos aumentos salariais gerados por esse crescimento econômico. Outras forças tiveram um papel apenas secundário. Por exemplo, dois terços dos historiadores econômicos rejeitam a proposta de que os esforços dos sindicatos foram a principal causa da queda na jornada de trabalho antes da Grande Depressão.

E essa tendência de queda nas horas de trabalho pode ser observada com ainda mais intensidade no que diz respeito ao trabalho infantil.

No início do século XIX, crianças trabalhavam ou na agricultura familiar ou nas fábricas. Em ambos os casos, as famílias necessitavam dessa contribuição do salário da criança para sobreviver.

O historiador Steven Mintz, especialista em trabalho infantil, observa que os salários de crianças entre 10 e 15 anos de idade "frequentemente representavam 20% da renda da família e podiam significar a diferença entre bem-estar e privação". Como também disse Mintz, "nessa economia cooperativa familiar, as decisões essenciais [...] se baseavam nas necessidades da família e não na escolha individual".

É claro que se os pais daquela época fossem capazes de sobreviver sem ter de colocar seus filhos para trabalhar, eles teriam feito isso, como demonstrado pela relativa ausência de trabalho infantil entre as famílias mais ricas da época. O problema é que a maioria dos pais simplesmente não podia se dar a esse luxo.

Quando uma demanda menor é algo bom
Evidências de que foi a acumulação de capital, e não legislações, que reduziram o trabalho infantil e a jornada de trabalho foram compiladas pelo historiador Clark Nardinelli, que mostra o contínuo declínio das horas de trabalho infantil nas fábricas britânicas de algodão e de linho nas duas décadas anteriores à promulgação do Factory Act de 1833 [que limitava a 10 horas por dia o trabalho infantil em fábricas], bem como o contínuo declínio no trabalho infantil total nas fábricas de seda até 1890, muito embora as leis de trabalho infantil não se aplicassem à indústria da seda.

Conjuntamente, todos esses dados fornecem evidências do papel da elevação dos salários reais, permitida pelo capitalismo, como a causa da redução do trabalho infantil ao longo do século. Mesmo crianças que trabalhavam na agricultura viram suas funções diminuírem à medida que maquinários agrícolas de maior qualidade reduziram a necessidade do uso de mão-de-obra infantil e aumentaram a produtividade, o que permitiu que proprietários de terra contratassem mão-de-obra de fora da família.

Sim, não há dúvidas de que as condições nas quais as crianças trabalhavam nas fábricas (e ainda o fazem nos locais mais pobres do mundo) eram desagradáveis e desumanas para os nossos padrões atuais; mas a vida no campo, trabalhando na lavoura, certamente não era melhor. Provavelmente, era pior. Se levarmos em conta a maior renda familiar e o maior acesso a recursos, principalmente remédios, disponíveis à recém-formada mão-de-obra industrial urbana, a vida era, no geral, melhor para crianças que trabalhavam nas fábricas do que para crianças que trabalhavam na lavoura na geração anterior.

A conclusão de Nardinelli merece ser citada:

A crescente renda real observada na Grã-Bretanha do século XIX foi a mais importante força responsável por retirar as crianças das fábricas têxteis após 1835. As crianças trabalhavam nas fábricas porque suas famílias eram pobres; à medida que a renda das famílias aumentou, a mão-de-obra infantil diminuiu. Com efeito, à medida que a renda de uma determinada família aumentava, seus filhos começavam a trabalhar em idades mais avançadas do que seus irmãos mais velhos.

Aquela bem conhecida preocupação vitoriana com as crianças surgiu, em grande parte, como um reflexo da renda crescente. Era de se esperar que, graças ao crescente aumento da renda na última metade do século XIX, a quantidade de mão-de-obra infantil nas fábricas têxteis teria declinado sem qualquer legislação a respeito.


É certo que as leis tiveram algum efeito em dar um empurrão ao processo, mas a "mais importante força" continua sendo o aumento na renda real produzido pelo capitalismo e pela industrialização.

Contrariamente à alegação de seus críticos, não foi o capitalismo quem criou a desagradável mão-de-obra infantil. Esse tipo de trabalho sempre existiu nas famílias e no campo. E não por uma questão de maldade, mas sim de necessidade econômica. O que obrigou agricultores a colocar seus filhos para trabalhar foi o fato de que, como a produtividade era baixa, tais pessoas simplesmente tinham de trabalhar 70-80 horas por semana se quisessem produzir o suficiente para comer.

Foi o capitalismo e a acumulação de capital gerada pelo capitalismo quem permitiu o desaparecimento do trabalho infantil entre as massas pela primeira vez na história da humanidade, ainda que ele tenha, à primeira vista, tornado o trabalho infantil mais visível ao movê-lo do campo para as fábricas.

Se o problema fosse de tão fácil resolução, então tudo o que aqueles países do Terceiro Mundo — cuja população, inclusive crianças, ainda trabalha muitas horas por semana — têm de fazer para acabar com a pobreza, enriquecer e usufruir mais horas de lazer é criar leis.

A sociedade supera o ego
Por tudo isso, é válido perguntar por que se tornou uma espécie de senso comum acreditar que foram leis estatais que aboliram o trabalho infantil, as longas jornadas e a semana de sete dias de trabalho. Meu palpite é que tal raciocínio provavelmente é reflexo da nosso viés intelectual e evolutivo, o qual nos leva a acreditar que de fato temos o poder de controlar o mundo social à nossa volta.

É mais fácil, bem como mais moralmente satisfatório, acreditar que fomos nós que intencionalmente abolimos algo desagradável ao simplesmente nos posicionarmos contra ele. Não é fácil aceitarmos que o responsável por tudo foi um processo que não controlamos diretamente.

Adicionalmente, parece ser uma tendência que leis contra um comportamento antigo que julgamos ser moralmente repreensível adquiram uma aura de santidade quando as práticas em questão já majoritariamente desapareceram, fazendo com que os poucos exemplos ainda remanescentes sejam ainda mais repreensíveis. Isso certamente é válido para alto enfoque dado ao trabalho infantil ao mesmo tempo em que este foi rapidamente desaparecendo ao redor do mundo, por causa da cada vez menor necessidade de renda infantil para complementar a renda de uma família minimamente estruturada.

É mais fácil legislar contra uma prática cuja necessidade econômica, ou mesmo conveniência, já não existe mais. Leis proibindo o trabalho infantil e longas jornadas de trabalho só foram possíveis de ser implantadas quando as famílias não mais necessitavam daquelas horas extras de trabalho para sobreviver e propiciar uma vida melhor para si próprias e para seus filhos.

O real crédito pelo declínio do trabalho infantil e das longas jornadas de trabalho se deve ao capitalismo e aos mercados concorrenciais, os quais permitiram a acumulação e o crescimento do capital, o qual aumentou a produtividade da mão-de-obra e enriqueceu tanto os capitalistas quanto os trabalhadores. Pessoas mais ricas podem se dar ao luxo de trabalhar menos e viver melhor.

Sindicatos e governos não humanizaram o capitalismo. Foi o capitalismo quem criou as condições que permitiram que cada vez mais pessoas vivessem vidas verdadeiramente humanas.

Fonte: Mises.org

A "LUTA DE CLASSES" É REAL, EMPREENDEDORES E ASSALARIADOS QUASE SEMPRE ESTÃO DO MESMO LADO, O INIMIGO DE AMBOS É O ESTADO, ENTENDA



O recente aumento salarial concedido por políticos à alta hierarquia do magistrado (com o nosso dinheiro) é apenas o exemplo mais explícito deste conflito.

"A história da humanidade é a história da luta de classe", escreveram Karl Marx e Friedrich Engels logo no início do primeiro capítulo de O Manifesto Comunista.

Segundo o núcleo básico do sistema de crenças marxista, a história da humanidade é a história das lutas entre uma classe dominante relativamente pequena e uma classe de explorados bastante numerosa. A principal forma de exploração é econômica: a classe dominante expropria parte da produção gerada pelos explorados — ou, como dizem os marxistas, a classe dominante "se apropria da mais-valia social e a utiliza para seus próprios propósitos de consumo."

Essa teoria, em si mesma, é absolutamente correta. No entanto, Marx cometeu um erro crasso ao apontar quais seriam os lados antagônicos desta batalha.

De acordo com Marx, os sistemas sociais pré-capitalistas, como a escravidão e o feudalismo, eram caracterizados pela exploração. Não há nenhuma controvérsia quanto a isso. Afinal, o escravo não é um trabalhador livre e não se pode dizer que ele ganha por estar escravizado. Ao contrário, ao ser escravizado, sua utilidade é reduzida em prol de um aumento na riqueza apropriada pelo escravizador. O interesse do escravo e o interesse do dono do escravo são de fato antagônicos.

O mesmo é válido quanto aos interesses do senhor feudal que extrai impostos sobre a terra de um agricultor que se apropriou originalmente dela. Os ganhos do senhor são as perdas do agricultor.

E também não há controvérsia quanto ao fato de que tanto a escravidão quanto o feudalismo de fato obstruem o desenvolvimento das forças produtivas. Nem o escravo nem o servo serão tão produtivos quanto seriam sem a escravidão ou a servidão.

No entanto, a idéia genuinamente nova do marxismo — e que deturpou em definitivo toda a ideia, até então correta, da luta de classes — foi afirmar que, essencialmente, nada muda quando se sai do sistema escravagista para o sistema capitalista; nada muda se o escravo se torna um trabalhador livre, ou se o agricultor decide cultivar uma terra originalmente apropriada por outra pessoa e paga um aluguel para fazer isso.

Não só não há luta de classes entre assalariados e patrões sob um arranjo genuinamente capitalista, como também os interesses de ambos não são rivais, mas sim complementares. (Sobre isso, você pode encontrar explicações completas aqui e aqui.)

A luta de classes existente no mundo atual não antagoniza trabalhadores e empreendedores, mas sim os coloca lado a lado. E contra o mesmo inimigo.

No mundo atual, a luta de classes é outra

Vale ressaltar que a teoria do conflito de classes não foi criada por Marx, mas sim pelos liberais franceses do século XIX. Com efeito, foram os intelectuais liberais-clássicos da França, da Inglaterra e dos EUA que lideraram o desenvolvimento inicial desta teoria.

Marx, Engels e mesmo Lênin estavam bem cientes das origens da doutrina de classes, e reconheciam abertamente suas influências burguesas. Entretanto, os marxistas criaram uma versão própria da teoria, a qual, além de ser inferior àquela desenvolvida pelos liberais franceses, era também completamente destituída de sentido lógico (ver os dois links do penúltimo parágrafo da seção acima).

Tanto Marx quanto os liberais franceses concordavam que a sociedade era formada por uma classe de exploradores e por uma classe de explorados. Entretanto, para os liberais, a sociedade não era dividida entre a burguesia e o proletariado, mas sim entre a classe produtiva e a classe política.

Os liberais mostraram que havia duas maneiras de se organizar o esforço humano produtivo: por meio da cooperação pacífica e do comércio, ou por meio da violência.

Cada método — paz ou poder — cria grupos de pessoas com interesses distintos e conflitantes. O primeiro organiza os indivíduos dentro de um sistema de divisão do trabalho, no qual cada pessoa contribui voluntariamente para o bem-estar de terceiros (pois é do interesse próprio delas fazer isso). Já o último organiza os indivíduos em grupos políticos que usufruem o monopólio da coerção e do esbulho.

A filiação de um indivíduo a uma classe não depende de suas funções econômicas — ser assalariado ou empreendedor —, mas sim de sua fonte de renda. O poder político e seus privilégios são as principais fontes de distinção de classes.

Assim, a sociedade pode ser dividida entre a classe produtiva e a classe política: a classe produtiva é formada por aqueles indivíduos que criam riqueza por meio do trabalho, do empreendedorismo, da cooperação pacífica e voluntária, e do comércio; já a classe política é formada por aqueles indivíduos que vivem da exploração desta classe produtiva — no caso, do confisco da renda criada pelos produtivos.

No final, a sociedade é formada, de um lado, por indivíduos que são beneficiários líquidos desta exploração, e, de outro, por indivíduos que são as vítimas desta exploração.

É extremamente importante ressaltar que a classe política não se limita apenas a políticos detentores de cargos públicos. Estes, com efeito, são seus mais ínfimos representantes. A classe política é majoritariamente composta por todos aqueles que se beneficiam da redistribuição da renda confiscada da classe produtora: além dos próprios políticos, a classe política inclui:

a) funcionários públicos (que são recebedores líquidos de impostos);

b) grandes empresários cujas receitas advêm majoritariamente de contratos com o governo (como empreiteiras que fazem obras públicas);

c) empresários que recebem subsídios do governo;

d) empresários protegidos por tarifas de importação;

e) empresários que usufruem uma reserva de mercado protegida pelo governo;

f) pessoas que recebem benefícios assistencialistas (em volume maior do que pagam em impostos).

Todos estes são, em última instância, sustentados por empreendedores e trabalhadores assalariados, que pagam impostos e recebem pouco (ou nada) em troca. A riqueza produzida por estes é parcialmente confiscada pela classe política e redistribuída para seus integrantes. Não fossem os empreendedores e trabalhadores (a classe produtiva) não haveria como existir a classe política, pois não haveria riqueza a ser espoliada.

Assim, o estado — que é a instituição que efetua o ato da tributação e da redistribuição — é quem estabelece e institucionaliza a divisão de classes e, inevitavelmente, a luta de classes. O estado não apenas institucionaliza a redistribuição como também cria uma rede de privilégios acessível apenas aos indivíduos e grupos que ele privilegia.

Embora seja difícil definir de maneira perfeita os membros de cada classe, uma boa maneira de começar é distinguindo aqueles que auferem sua renda por meio da produção daqueles que auferem sua renda por meio do esbulho. Há ocasiões em que o mesmo indivíduo pertence aos dois grupos: por exemplo, um funcionário público que também possui um empreendimento produtivo, ou um empreendedor que consegue um subsídio ocasional do estado.

Em geral, no entanto, os membros produtivos da sociedade são pagadores líquidos de impostos, ao passo que os membros da classe política sobrevivem parasiticamente como consumidores líquidos de impostos. A tributação é quem institucionaliza a divisão entre, de um lado, o estado e seus grupos privilegiados, e, de outro, as classes produtivas.

Conclusão

A luta de classes existe e é real. Só que os antagonistas não são aqueles imaginados pela esquerda. Ao contrário, empreendedores e assalariados quase sempre estão do mesmo lado da batalha. O inimigo em comum de ambos é o estado, que é a instituição que divide a sociedade em dois grupos: a classe privilegiada politicamente (que necessariamente é a minoria da população) e aqueles que a sustentam (empreendedores e trabalhadores).

Neste quesito, vale repetir um dos mais brilhantes ensaios já escritos sobre filosofia política: Disquisition on Government, de John C. Calhoun. Segundo Calhoun:


[O] inevitável resultado desta iníqua ação fiscal do governo será a divisão da sociedade em duas grandes classes: uma formada por aqueles que, na realidade, pagam os impostos — e, obviamente, arcam exclusivamente com o fardo de sustentar o governo —, e a outra formada por aqueles que recebem sua renda por meio do confisco da renda alheia, e que são, com efeito, sustentados pelo governo.

Em poucas palavras, o resultado será a divisão da sociedade em pagadores de impostos e consumidores de impostos.

Porém, o efeito disso será que ambas as classes terão relações antagonistas no que diz respeito à ação fiscal do governo e a todas as políticas por ele criadas. Pois quanto maiores forem os impostos e os gastos governamentais, maiores serão os ganhos de um e maiores serão as perdas de outro, e vice versa. E, por conseguinte, quanto mais o governo se empenhar em uma política de aumentar impostos e gastos, mais ele será apoiado por um grupo e resistido pelo outro.

O efeito, portanto, de qualquer aumento de impostos será o de enriquecer e fortalecer um grupo [os consumidores líquidos de impostos] e empobrecer e enfraquecer o outro [os pagadores líquidos de impostos].

Consequentemente, quanto mais inchado se torna o governo, maior e mais intenso passa a ser o conflito entre essas duas classes sociais.

Por tudo isso, a análise da luta de classes é tão relevante hoje quanto era há dois séculos, se não mais. Com efeito, difundi-la pode ser tão importante para o avanço da liberdade quanto a difusão da teoria marxista foi para o progresso do socialismo.

Tragicamente, a mensagem libertária é simples, porém difícil de ser comunicada efetivamente: a exploração violenta por meio da política cria um conflito de classes destrutivo; já a cooperação pacífica por meio do mercado cria a prosperidade.

Fonte: Mises.org

sábado, 17 de novembro de 2018

PROJETO QUE PREVÊ PORTABILIDADE DA CONTA DE ENERGIA PODE SER VOTADO NA PRÓXIMA SEMANA



A Comissão Especial sobre a Portabilidade da Conta de Luz (PL 1917/15) deve votar na próxima semana o relatório do deputado Fábio Garcia (DEM-MT). A ideia é dar ao consumidor mais opções de empresas e, portanto, de preços, para a compra de energia.

Na prática, o consumidor deverá continuar sendo atendido pela distribuidora atual, que já tem a infraestrutura de atendimento montada; mas a energia será fornecida pelo agente que ele escolher. Este agente poderá fazer planos diversos conforme a necessidade do cliente.

Como explica o deputado Fábio Garcia, uma comercializadora pode oferecer a energia a um preço de R$ 150 por megawatt/hora, enquanto outra a R$ 130. Além disso, observa Garcia, “determinada empresa consegue fazer um preço de energia mais barato para você porque sabe que você fica em casa só à noite e fechou um contrato com o comércio, que funciona mais de dia. Então, quando eu junto essas duas demandas, eu consigo fazer um preço mais competitivo. Isso permite modernização que levará a uma redução do custo da energia para o consumidor final brasileiro”.

Mercado livre

Hoje, grandes consumidores de energia já têm acesso ao chamado mercado livre de energia, onde o serviço é vendido por meio de empresas especializadas. Pelo substitutivo do deputado Fábio Garcia, a entrada em vigor das mudanças ocorrerá em 2028 e não em 2022 como estava no projeto de lei. Segundo ele, isso foi necessário porque existem vários contratos em vigor que precisam passar por uma transição.

A supervisão destas mudanças ficará a cargo da Agência Nacional de Energia Elétrica, como acontece hoje com o setor da telefonia, que é fiscalizado pela Agência Nacional de Telecomunicações. O deputado Fábio Garcia acredita que os preços devem ser reduzidos em 15% com as novas possibilidades de contratação.

A reunião está marcada para a próxima terça-feira (20), às 14h30, em local a ser definido.


ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
PL-1917/2015

Fonte: Money Times

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

PORQUE O BRASIL DEIXA DE INVESTIR NAS MEDALHAS DA CASA PARA INVESTIR MAIS DE R$ 7 BILHÕES NA MEDICINA CUBANA?



O jovem estudante universitário de medicina hoje no Brasil passa de 8 à 10 anos estudando para se formar em uma de várias especialidades da medicina. "Alguns" (poucos) conseguem notas para entrar numa universidade federal e dar continuidade aos seus sonhos de se formar em medicina e exercer a profissão, são muitos anos de estudo e capacitação profissional para exercer uma medicina de qualidade.

Jovens que não conseguem entrar numa faculdade pública para estudar medicina, não desistem de seus sonhos e partem para uma faculdade privada. Ai começa um dilema que poucos brasileiros conhecem, visto que os índices de analfabetismo no país ainda é fora do comum para compreender um assunto tão complexo, como este caso do "Programa Mais Médicos". 

Hoje na atualmente no nosso país, os jovens de classes "baixa e média" (Classe D, C e B) não conseguem pagar uma mensalidade de um dos cursos mais concorridos e o mais caro do país. Segundo pesquisas que realizamos, em média, uma mensalidade deste curso no Brasil hoje varia de R$ 3.200,00 reais à R$ 9.000,00 reais dependendo da faculdade e da região do país.

Confira:
(https://www.mundovestibular.com.br/articles/16343/1/Quanto-custa-estudar-Medicina/Paacutegina1.html)


Alguns questionamentos surgem nestes momentos e ficamos à pensar. Porque as Universidades Federais não recebem investimentos do Governo Federal para suportar à procura por vagas nos cursos de medicina no país? Porque não se investe mais em Universidades Federais, para que estas possam abrigar alunos de todas as classes sociais? Visto que, hoje as universidades federais tem um maior índice de adesão de alunos vindos de escolas particulares onde o ensino tem uma melhor qualidade se comparado com o ensino público.

Bem, como vimos, os custos para manter um curso de Medicina no país hoje é altíssimo. Citamos aqui os custos primários (apenas a mensalidade), porém sabemos que existe outros custos que os alunos tem que manter para prosseguir com o curso em andamento.

Vimos recentemente que o governo brasileiro pagava por meio de um contrato aos Médicos cubanos um valor de R$ 11.865,60 reais. Pois bem, analisando os custos de manter um curso de Medicina no país, levando em conta que o mesmo dura em média de 8 à 10 anos, com mensalidades que variam nos preços dependendo da região e de universidades, será que a classe Médica no país hoje é valorizada?

Confira:
(https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/11/entenda-como-funciona-o-mais-medicos-e-por-que-cuba-decidiu-deixar-o-programa.shtml)


Sabemos que todos estes custos são investimentos e ninguém investe pesado em si para ir ao mercado de trabalho ganhando bem menos do que os investimentos feitos. Ainda mais em um país onde as universidades privadas lucram muito com os alunos que advém da rede pública de ensino, por falta de oportunidades na universidades federais, onde diferença na qualidade do ensino público e privado pesa na hora dos processos seletivos. 

O Governo precisa investir mais no país para qualificar sua mão de obra. Somos um país com 208 milhões de habitantes e deixamos de investir aqui na nossa medicina para investirmos na Medicina em Cuba, com qual finalidade? Se os R$ 7,1 bilhões pagos ao governo Cubano durante esses 5 anos do "Mais Médicos" investidos aqui nos nossos cursos de medicina,  geraria mais empregos, renda, qualificação e satisfação do nosso povo. Agora ficamos "prejudicados" por que o governo cubano não aceita as mudanças que serão feitas pelo próximo governo? Vamos pensar um pouco mais!

Confira:
(https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2018/11/15/contrato-do-mais-medicos-com-cuba-ja-custou-r-71-bilhoes-ao-brasil.htm)


Por, Wilson Lima.

O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO IRÁ ESCOLHER "O REITOR" DE 11 UNIVERSIDADES FEDERAIS, DENTRE ELAS A UFRN

O Presidente Jair Bolsonaro poderá escolher o reitor de 11 universidades federais neste ano. O motivo: nos últimos dias da gestão Michel T...